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      <image:title>Blog - Sente que está sempre a tentar salvar os outros? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Às vezes esquece-se de salvar a si próprio(a)... Ajudar é bom… Mas quando se torna constante, deixa de ser escolha. O corpo e a mente começam a pagar o preço. Quem são estas pessoas: • Colocam os outros sempre em primeiro lugar • Sentem culpa se não conseguem ajudar • Assumem responsabilidades que não lhes pertencem O que se passa por dentro: • Ansiedade constante e cansaço emocional • Dificuldade em dizer “não” • Autoestima dependente da aprovação dos outros Porque isto acontece: • Aprenderam cedo que cuidar dos outros traz aceitação • Medo de rejeição ou abandono • Estratégia de sobrevivência emocional na infância Sinais de alerta: • Esquecem-se das próprias necessidades • Sentem frustração ou ressentimento escondido • Evitam pedir ajuda, mesmo quando precisam Como começar a mudar: • Reconhecer que não é egoísmo colocar limites • Permitir-se dizer “não” sem culpa • Cuidar de si primeiro para poder ajudar melhor Ajudar os outros é bonito, mas cuidar de si é essencial!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Regular emoções intensas - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Sentir raiva, tristeza ou ansiedade é normal, o problema é quando nos domina. Regulação emocional = aprender a sentir sem sermos controlados Técnica 1: Nomear a emoção Como fazer: Dizer em voz alta: “Estou com raiva”, “Sinto ansiedade”, “Estou triste”. Porque funciona: Estudos mostram que nomear a emoção ativa o córtex pré-frontal, reduzindo a reação automática do cérebro. Técnica 2: Respiração consciente Como fazer: Inspire 4s, segure 4s, expire 6s, repita 5 vezes. Efeito: Reduz ativação do sistema nervoso simpático, diminuindo batimentos acelerados e tensão muscular. Técnica 3: Ancoragem corporal Como fazer: Segure o cotovelo oposto ou pressione suavemente as mãos. Efeito: O contacto físico consciente ancora o cérebro no corpo, acalmando emoções intensas (evidência em terapia somática). Técnica 4: Observação sem julgamento Como fazer: Imagine que observa a emoção como um filme, sem reagir. Efeito: Estudos em mindfulness mostram que este distanciamento reduz sofrimento emocional e impulsividade. Técnica 5: Micro-movimento Como fazer: Ande devagar, note cada passo, sinta os pés no chão. Efeito: A atenção ao corpo reduz ruminação e ativa o sistema parassimpático (relaxamento natural). O objetivo não é eliminar a emoção, mas aprender a sentir sem ser dominado. Experimente estas 5 estratégias na próxima vez que a emoção ficar intensa!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Sinais de que foi emocionalmente abandonado (mesmo tendo pais presentes) - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Nem sempre ter pais presentes significa ter presença emocional. Algumas pessoas cresceram com pais que pagavam as contas e cuidavam das necessidades básicas, mas que não estavam verdadeiramente disponíveis emocionalmente. Alguns sinais disso podem ser: Aprender a virar-se sozinho desde cedo: não havia espaço para errar, chorar ou ser frágil. Pedir ajuda parecia proibido ou inútil. Vulnerabilidade era algo a esconder. Hiperindependência e excesso de controlo: depender de alguém era arriscado. Fazer tudo sozinho e controlar cada detalhe tornou-se uma forma de se proteger. Confiar significava poder frustrar-se ou sofrer de novo. Dificuldade com afecto e proximidade: abraços, elogios ou demonstrações de carinho podem gerar desconforto. O corpo não aprendeu que pode relaxar quando alguém se aproxima. Vínculos e intimidade: algumas pessoas podem evitar vínculos profundos ou sentir desconforto em relações íntimas; outras podem procurar proximidade intensa, mas ambas respondem à falta de presença emocional na infância. Sentir as emoções como “demasiado”: expressar sentimentos podia ser visto como drama. Aprendeu a regular-se sozinho e a esconder as necessidades emocionais. Se sente que estes padrões fazem parte da sua vida, podemos trabalhar juntos para aprender a cuidar de si.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Porque é que continuamos a escolher relações que nos ferem? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Não é falta de amor-próprio. Não é incapacidade de escolher melhor. E, na maioria das vezes, não é sequer uma escolha consciente. É o sistema nervoso a reconhecer o que lhe é familiar. Mesmo quando o familiar dói. Para muitas pessoas, o vínculo foi aprendido em contextos de instabilidade, imprevisibilidade ou ausência emocional. O corpo aprendeu a confundir intensidade com ligação. Ansiedade com proximidade. Esforço com amor. Por isso, sair destes padrões não é uma decisão simples. É um processo de reaprender segurança nas relações. E isso não se faz com culpa, faz-se com consciência, regulação e tempo. Escolher diferente não começa apenas na mente, começa também no corpo. Quando se consegue notar estas repetições sem se julgar, abre-se espaço para sentir de forma diferente, e eventualmente agir de forma diferente: mas sempre a partir de um lugar de cuidado consigo, e não de obrigação.</image:caption>
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      <image:title>Blog - People Pleasing: o que está por detrás deste padrão tão comum - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Ser prestável , disponível e cooperante são qualidades valiosas. Mas quando dizer “sim” se torna automático (mesmo à custa do próprio bem-estar) podemos estar perante um padrão de people pleasing: a tendência para agradar aos outros para evitar conflitos, rejeição ou sentimentos de culpa. O que costuma estar na origem deste padrão: Necessidade de aprovação externa Quem cresceu a sentir que precisava de corresponder para ser aceite pode ter desenvolvido a ideia de que o seu valor depende da validação dos outros. O “agradar” transforma-se numa forma de garantir pertença. Medo de conflito ou rejeição Para muitas pessoas, o desconforto de dizer “não” parece maior do que o desgaste de dizer “sim”. Evitar tensão torna-se uma prioridade, mesmo que isso implique ultrapassar limites pessoais. Autoestima fragilizada A dificuldade em reconhecer necessidades próprias, ou a sensação de que “não tenho o direito de incomodar”, contribui para escolhas que favorecem os outros e negligenciam o próprio bem-estar. Padrões aprendidos na infância Ambientes imprevisíveis, exigentes ou emocionalmente críticos podem levar a criança a ajustar-se para manter a harmonia. Na vida adulta, este padrão persiste mesmo quando já não é necessário. Confusão entre empatia e sacrifício Empatia não significa abdicar de si. Mas quem tende ao people pleasing pode sentir que só está a ser “boa pessoa” se estiver sempre disponível, mesmo que isso a esgote. Por trás do people pleasing não está a vontade de agradar: está a vontade profunda de ser aceite. E é precisamente quando começamos a reconhecer esta história silenciosa que se abre espaço para uma relação mais verdadeira com os outros… e, sobretudo, connosco.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Os lugares vazios à mesa: como lidar com a ausência de quem amamos - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Em determinadas alturas do ano, sobretudo quando a família se reúne, a ausência de quem partiu torna-se mais evidente. Um lugar vazio à mesa pode despertar recordações, emoções fortes e a sensação de que algo (ou alguém) faz falta. O luto não é um processo linear, nem tem datas marcadas. É uma adaptação contínua à vida tal como ela ficou. Aqui ficam algumas estratégias que podem ajudar neste caminho: -Dar espaço às emoções Tentar “aguentar” ou esconder o que se sente costuma aumentar o peso da dor. Permitir que a tristeza, a saudade ou até a ambivalência apareçam é uma forma saudável de integrar a perda. Nomear o que se sente é, por si só, regulador emocional. -Partilhar histórias e significados Conversar sobre a pessoa que falta (recordar hábitos, manias, momentos partilhados) ajuda a manter o vínculo interno com quem partiu. Na psicologia do luto chamamos a isto vínculo contínuo: não se trata de esquecer, mas de integrar. -Criar pequenos rituais Um gesto simbólico pode dar sentido ao momento: colocar uma fotografia, preparar o prato preferido, dizer uma frase que a pessoa costumava usar ou simplesmente reservar um minuto de silêncio. Estes rituais facilitam a expressão emocional e reforçam a continuidade da ligação. -Ajustar expectativas Datas especiais não precisam de ser “como sempre foram”. Permitir que as tradições mudem, mesmo que ligeiramente, pode aliviar pressão e abrir espaço a novas formas de estar em família. -Apoiar-se nos outros O luto tende a isolar, mas a ligação emocional é um dos maiores factores de protecção. Falar com alguém de confiança, combinar uma rotina de apoio ou aceitar ajuda prática pode fazer diferença. -Cuidar do corpo e do ritmo diário Sono, alimentação e movimento são partes fundamentais na regulação do stress e da emoção. O autocuidado não elimina a dor, mas dá suporte para a atravessar. -Procurar acompanhamento especializado quando necessário Se a dor se mantiver demasiado intensa, se houver grande dificuldade em retomar a rotina ou se a pessoa se sentir “presa” ao sofrimento, o acompanhamento psicológico pode oferecer ferramentas e um espaço seguro para reorganizar a experiência da perda.</image:caption>
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      <image:title>Blog - 7 estratégias práticas para a mente acelerada à noite - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Aceite o momento - Em vez de lutar contra os pensamentos, reconheça que a mente está ativa agora. Frases de autocompaixão: “Está tudo bem estar acordado agora.”; “Posso não dormir de imediato e ainda assim vou conseguir descansar o corpo.”; “Mesmo acordado, estou seguro e posso cuidar de mim”. Técnicas de relaxamento corporal - Respiração diafragmática: inspirar 4 segundos, segurar 2 segundos, expirar 6 segundos. - Relaxamento progressivo dos músculos: pés → pernas → tronco → braços → rosto. - Sensação de peso ou de “afundar na cama” para o corpo perceber que está seguro. Técnicas de visualização - Imagine um espaço calmo e seguro, com detalhes sensoriais: cores, sons, cheiros. - Visualize uma situação tranquila: praia, floresta, campo, biblioteca. - Movimente a atenção devagar pelo espaço imaginado, detalhando cada elemento. Redirecionamento cognitivo - Substitua pensamentos acelerados por imagens ou histórias neutras: - Conte mentalmente uma história simples ou imagine uma caminhada lenta. - Evite lutar com pensamentos ansiosos: apenas observá-los passar. Escrita breve - Se os pensamentos não param, escreva num caderno o que preocupa. Limite a escrita a 5 minutos e depois guardar o papel, criando separação mental. Mindfulness/foco no presente - Observe as sensações físicas: colchão, lençóis, respiração. - Nomeie mentalmente: “sinto os pés”, “sinto as pernas”, “sinto o ar a entrar no meu corpo”. - Reoriente a atenção para o corpo, não para a história mental. Evite o reforço negativo - Se não consegue dormir, não olhe para o relógio - Evite telas luminosas ou estímulos que aumentem alerta.</image:caption>
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      <image:title>Blog - STOP: como gerir emoções antes de reagir - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Sentir emoções fortes é natural, mas reagir por impulso pode trazer arrependimentos. A técnica STOP da DBT ajuda a criar uma pausa consciente antes de agir. Guia passo a passo: S - STOP (PARAR) → Interrompe imediatamente o comportamento impulsivo ou automático. É como carregar no botão “pausa” internalizado. Exemplos reais: Surge a vontade de enviar uma mensagem impulsiva → parar. Alguém disse algo e sente-se raiva a subir → parar antes de responder. A ansiedade começa a acelerar → parar antes de fugir ou evitar. Está prestes a comer por impulso → parar durante 2 segundos. STOP não é resolver o problema: é impedir que piore. T - Take a step back (DAR UM PASSO ATRÁS) → Respirar. Tirar 1-3 segundos para quebrar o ciclo. Quando se dá um passo atrás, o cérebro sai do modo reatividade e entra em observação. Como se faz: Respirar profundamente Afastar fisicamente o corpo 10 cm Olhar para outro ponto da sala Endireitar a postura Exemplos: Antes de responder a uma mensagem, respirar e pousar o telemóvel. Antes de discutir, dar um passo atrás fisicamente. Antes de comer emocionalmente, encostar as mãos à mesa. Um passo atrás é o que cria o espaço para escolher, em vez de reagir. O - Observe (OBSERVAR) → Notar o que está a acontecer dentro e fora de si. O que observar: Corpo → tensão, nó no estômago, respiração Emoções → nomear: “estou irritado”, “estou assustado” Pensamentos → “Ele não gosta de mim”, “vou falhar” Gatilho → identificar o que ativou isto Exemplos reais: “Sinto o peito apertado — isto é ansiedade.” “O meu pensamento é que vão julgar-me.” “A raiva subiu porque interpretei o tom dele como crítica.” “O gatilho foi a notificação no telemóvel.” P - Proceed Mindfully (AVANÇAR COM INTENÇÃO) → Escolher a próxima ação com consciência, não no impulso. Perguntas úteis: “O que é mais sábio fazer agora?” “O que me aproxima do meu objetivo, e não da emoção do momento?” “Se fosse a minha melhor versão, o que faria?” Exemplos concretos: Em vez de responder na raiva → enviar a mensagem mais tarde. Em vez de evitar a tarefa → fazer apenas 5 minutos dela. Em vez de continuar a discussão → pedir uma pausa: “Preciso de 2 minutos.” Em vez de comer por impulso → beber água e reavaliar após 2 minutos. Proceed mindfully é escolher o que funciona, e não o que a emoção quer no momento. Resumo: STOP = PAUSA + RESPIRO + OBSERVAR + AÇÃO SÁBIA Funciona especialmente bem em situações de ansiedade, impulsividade, compulsões, conflitos e reatividade emocional. Dica final: Se sentir dificuldade em aplicar esta técnica sozinho, pode falar com o seu psicólogo sobre formas de a praticar no dia a dia. Esta técnica ajuda a regular emoções, tomar decisões mais conscientes e reduzir reações impulsivas. Experimente no próximo momento de tensão!</image:caption>
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      <image:title>Blog - O impacto de crescer em ambientes imprevisíveis - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Crescer num ambiente imprevisível marca o corpo, as emoções e a forma como aprendemos a estar no mundo. Quando uma criança vive entre momentos de calma e explosões repentinas, mudanças bruscas de humor dos pais, discussões, tensão constante ou comportamentos agressivos, o sistema nervoso adapta-se para sobreviver. E essas adaptações vão sendo levadas para a vida adulta, mesmo quando já não fazem sentido. Algumas coisas que o cérebro aprende quando cresce neste tipo de ambiente: A calma não significa segurança. Muitas crianças aprendem que o silêncio é só uma pausa antes de tudo voltar a acontecer. Na idade adulta, isto transforma-se numa sensação permanente de alerta, mesmo quando “está tudo bem”. O corpo fica sempre em vigilância. Olhar para expressões, prever reacções, evitar conflitos… O corpo habitua-se a funcionar em tensão. Mais tarde, surgem dificuldade em relaxar, ansiedade constante ou sensação de “estar sempre à espera de algo”. A responsabilidade chega demasiado cedo. Cuidar de irmãos, proteger o progenitor mais frágil, gerir o ambiente para evitar problemas… A criança sente que tudo depende dela. Na vida adulta, isto aparece como culpa, autoexigência, perfeccionismo e dificuldade em pedir ajuda. O amor mistura-se com medo. Quando as figuras cuidadoras são instáveis, o vínculo torna-se imprevisível. No presente, isto pode levar a relações em que há medo de se entregar, necessidade de controlar tudo ou receio constante de perder o outro. As emoções são vividas em silêncio. Muitas crianças percebem que mostrar medo ou tristeza só complica ainda mais o ambiente. Mais tarde, surgem dificuldades em identificar o que sentem, em confiar ou em pedir apoio emocional. São formas de sobrevivência. Estratégias que fizeram sentido na altura e que hoje podem ser revistas, com tempo e num espaço seguro. A boa notícia é que o nosso cérebro reaprende. A psicologia ajuda a reconstruir sensações de segurança, redefinir responsabilidades, regular o corpo e perceber que, agora, já não está naquele ambiente. Se cresceu num lugar onde nunca sabia como iria ser o dia… não é “dramático”, nem “sensível demais”. O seu corpo apenas aprendeu a estar preparado para tudo! E pode aprender, aos poucos, a sentir-se seguro.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Como saber se é necessário recorrer a um psicólogo? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Muitas pessoas perguntam-se se devem procurar apoio psicológico e, na maior parte das vezes, não existem respostas simples. Existem, no entanto, sinais que podem indicar que conversar com um profissional é útil: • Sentir ansiedade ou stress que interfere nas atividades diárias. • Dificuldade em lidar com emoções como tristeza, raiva ou frustração • Problemas de sono, alterações de apetite ou cansaço constante sem causa aparente. • Sensação de bloqueio ou incapacidade de tomar decisões importantes. • Dificuldade em manter relacionamentos ou comunicar de forma saudável. • Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas. • Pensamentos persistentes negativos ou autocritícos. • Sensação de sobrecarga, mesmo em situações que antes eram geríveis. • Isolamento social ou dificuldade em pedir ajuda a familiares e amigos. Um psicólogo pode apoiar quem enfrenta desafios emocionais, mas também é uma oportunidade para se conhecer melhor, compreender padrões de pensamento e desenvolver estratégias para crescer pessoal e emocionalmente. Mesmo sem crises, a psicologia pode ser um caminho para maior autoconhecimento e bem-estar! Agendar uma sessão pode ser o primeiro passo para compreender-se melhor e viver de forma mais equilibrada.</image:caption>
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      <image:title>Blog - O silêncio numa relação pode ser a voz da distância que já não se quer esconder. - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Há silêncios que confortam e há silêncios que ferem. O silêncio numa relação pode ser feito de descanso… ou de desistência. Quando deixamos de dizer o que sentimos, deixamos também de convidar o outro para a nossa verdade. E quando isso acontece durante demasiado tempo, o silêncio deixa de ser pausa e passa a ser distância. A dois, é possível calar muito, sem nunca resolver nada. Cala-se para evitar confronto, para proteger o outro e por medo de perder. Mas, no fim, muitas vezes perde-se na mesma, só que mais devagar. O silêncio instala-se quando já não se acredita que vale a pena falar. Quando tudo parece gerar defensiva, julgamento ou indiferença. Quando a escuta deixou de ser abrigo e passou a ser uma parede. E é aí que o silêncio se transforma em sinal: um sinal de que há um espaço entre os dois que ninguém está a atravessar. Às vezes, manter o silêncio é mais doloroso do que enfrentar a verdade. Mas também é mais seguro. Porque falar implica risco. Implica mostrar vulnerabilidade. Implica dar nome àquilo que pode mudar tudo. Talvez o silêncio já esteja a dizer o que os dois evitam dizer em voz alta. E talvez, escutá-lo com honestidade, seja o primeiro passo para voltar a encontrar-se - ou para compreender que o caminho já é outro. A terapia de casal pode ser esse novo espaço de escuta. Agende a sua consulta Online!</image:caption>
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      <image:title>Blog - O trauma que o cérebro esquece, mas o corpo nunca (cópia) - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O trauma não se limita à memória consciente. Muitas vezes, a mente bloqueia ou esquece experiências dolorosas, mas o corpo continua a guardá-las. Isto acontece porque o trauma activa respostas fisiológicas automáticas: tensão muscular, aumento da frequência cardíaca, hipervigilância que persistem mesmo quando a experiência não é recordada de forma consciente. O corpo funciona como um “arquivo silencioso”: cada reação, cada sensação é uma forma de memória que não depende da lembrança consciente. Por isso, sentimentos de ansiedade, medo ou desconforto físico podem surgir sem que seja possível identificar a causa de imediato. Como lidar com isto: Reconhecer e observar os sinais corporais: tensão, dores ou fadiga em determinadas situações. Acompanhamento psicológico: terapias como EMDR ou abordagens integrativas podem ajudar a processar e integrar experiências traumáticas. Técnicas de regulação do sistema nervoso: respiração profunda, mindfulness e exercícios de grounding ajudam a reduzir respostas automáticas do corpo. O corpo mantém memórias que a mente não retém de forma consciente. Ouvir essas mensagens e procurar apoio adequado é um passo fundamental para a recuperação!</image:caption>
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      <image:title>Blog - "Cresci a achar que era preguiçosa - e descobri que tinha PHDA” - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Este foi o que a M. disse após o seu diagnóstico. Durante anos, sentiu-se constantemente insuficiente. A escola, o trabalho, a vida quotidiana… parecia sempre que falhava, que não se conseguia concentrar, que lhe faltava disciplina. Chamavam-lhe preguiçosa e ela acreditava nisso. Mais tarde, quando procurou ajuda profissional, percebeu que vivia com PHDA (Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção). Aquilo que a fez sentir “inadequada” não era falta de esforço, mas uma diferença neurológica. O PHDA não é apenas desatenção ou hiperatividade. Afeta organização, memória, gestão emocional e autoestima. Não é preguiça: é um padrão de funcionamento cerebral que pede estratégias, compreensão e apoio. Se alguma vez se sentiu sobrecarregado por não “conseguir acompanhar” ou culpou-se por falhar constantemente, saiba que não está sozinho. O primeiro passo é compreender-se e procurar ajuda adequada! Reconhecer o PHDA permite criar rotinas adaptadas, desenvolver estratégias pessoais e cultivar autocompaixão. Não se trata de corrigir, mas de aprender a viver consigo próprio de forma mais equilibrada! Agende a sua avaliação em Lisboa ou Online.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Síndrome do Intestino Irritável e Mente: aprender a ouvir os sinais do seu corpo - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O seu intestino e o cérebro estão mais ligados do que imagina! A Síndrome do Intestino Irritável (SII) não é apenas dor abdominal ou desconforto. É um distúrbio do eixo cérebro-intestino, em que o intestino (o nosso “segundo cérebro” ) e o cérebro não comunicam de forma adequada, originando sintomas como dor, diarreia, obstipação e inchaço. Sabia que... O intestino tem o seu próprio sistema nervoso e armazena cerca de 95% da serotonina do corpo - essencial para o humor e o bem-estar. O stress, a ansiedade e as emoções intensas podem agravar os sintomas da SII. Pensamentos como “vai ser insuportável” ou a preocupação constante com os sintomas aumentam a sensibilidade intestinal. Como a psicologia pode ajudar Reduz o impacto do stress e ajuda a modificar pensamentos que amplificam os sintomas. Trabalha o nervo vago, promovendo calma e equilíbrio emocional. Ajuda a transformar experiências emocionais que influenciam a saúde intestinal. Autocuidado é essencial Práticas como mindfulness, meditação, sono regular, alimentação equilibrada e exercício físico contribuem para reduzir sintomas e melhorar o bem-estar geral. A Síndrome do Intestino Irritável é multifatorial, e uma abordagem integrada (que envolva uma equipa multidisciplinar, cuidados psicológicos, hábitos saudáveis e estratégias médicas ) pode melhorar significativamente a qualidade de vida. Se identifica-se com esta descrição ou sente que o seu corpo reage ao stress e à ansiedade, saiba que há estratégias que podem ajudar! Em consulta psicológica, é possível aprender a compreender e regular melhor esta ligação entre mente e corpo.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Ansiedade constante? Veja como o EMDR pode ajudar - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A ansiedade pode dominar o dia a dia, mas há técnicas comprovadas que ajudam a recuperar o controlo: uma delas é o EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares). O que a ciência diz: Estudos mostram que o EMDR reduz significativamente sintomas de ansiedade, pânico e fobias. Como funciona: O EMDR ajuda o cérebro a processar memórias perturbadoras, diminuindo a carga emocional associada a essas experiências. Isto contribui para uma maior capacidade de lidar com pensamentos e situações que antes geravam ansiedade. Resultados comprovados: Diminuição consistente dos sintomas de ansiedade Maior sensação de controlo emocional Melhoria no sono e bem-estar geral Se sente que a ansiedade tem dominado o seu dia a dia, o EMDR pode ajudá-lo a gerir melhor esses momentos e a recuperar sensação de controlo. Agende a sua sessão: Lisboa e Online.</image:caption>
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      <image:title>Blog - 3 exercícios rápidos para controlar a ansiedade em qualquer lugar - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A ansiedade é uma resposta natural do corpo ao stress e situações desafiantes. Mas nem sempre precisamos de esperar que ela passe sozinha. Existem estratégias simples, rápidas e apoiadas pela ciência que nos ajudam a retomar o controlo e reduzir a ativação fisiológica da ansiedade em minutos. Exercícios práticos: Respiração quadrada: Inspire durante 4 segundos, segure 4 segundos, expire 4 segundos, segure 4 segundos. Repita 5 vezes Benefício: ajuda a regular o sistema nervoso autónomo, reduz a frequência cardíaca e a tensão corporal, trazendo calma imediata. Consciência corporal: Feche os olhos e observe a tensão que sente nos ombros, pescoço e costas. Inspire profundamente e relaxe conscientemente cada área. Benefício: promove relaxamento muscular e aumenta a percepção do corpo, ajudando a reduzir a sensação de sobrecarga. Grounding – focar nos sentidos: Observe: 5 coisas que vê, 4 que sente, 3 que ouve, 2 que cheira, 1 que prova. Benefício: traz a atenção para o momento presente, diminuindo pensamentos ansiosos e ruminantes. Estes três exercícios podem ser feitos em qualquer lugar: no trabalho, em casa ou até no transporte e são rápidos o suficiente para usar várias vezes ao dia, sempre que sentir ansiedade ou sobrecarga. Porque funcionam: a psicologia científica demonstra que técnicas de respiração, atenção corporal e grounding reduzem a ativação fisiológica associada à ansiedade e melhoram o foco mental, ajudando-nos a sentir mais calmos e presentes! Se, mesmo assim, sentir que a ansiedade continua a dominar os seus dias, não hesite em contactar-nos para iniciar um acompanhamento psicológico focado em gestão de ansiedade, com estratégias personalizadas e práticas para o seu dia-a-dia!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Primeira consulta de psicologia: o que realmente acontece? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>É natural sentir algum nervosismo antes da primeira consulta. Muitas pessoas chegam com dúvidas sobre o que dizer ou por onde começar. E está tudo bem: o psicólogo está habituado a orientar a sessão caso a pessoa se sinta perdida. O primeiro encontro não precisa de ser uma exploração imediata das razões mais profundas que trouxeram alguém à consulta. O objetivo inicial é conhecer a pessoa: quem é, como vive o seu dia-a-dia, que dinâmicas e sentimentos a acompanham, se já teve acompanhamentos anteriores e quais são as suas expectativas atuais. A partir daí, vamos definindo objetivos terapêuticos ao longo do processo, sempre de forma conjunta e adaptada. Importa reforçar que não existem receitas milagrosas. Cada processo é único, requer tempo, espaço e respeito pelo ritmo de cada pessoa. Na nossa abordagem, utilizamos a abordagem Terapia Cognitivo-Comportamental Integrativa, o que significa que trabalhamos de forma prática, com estratégias e ferramentas para gerir dificuldades. Mas nunca existe um manual de instruções igual para todos - cada caminho é personalizado e construído passo a passo. Se está a pensar iniciar um acompanhamento psicológico, lembre-se: não precisa de ter tudo preparado, o mais importante é dar o primeiro passo!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Os 4 erros que pessoas ansiosas cometem sem reparar - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Erro 1: Reprimir ou ignorar os sentimentos Muitas pessoas tentam suprimir a ansiedade, pensando que desaparece sozinha. A ciência diz- nos que ignorar emoções intensifica a tensão e prolonga os sintomas de ansiedade. Dica prática: Reconheça os sentimentos, escreva-os ou verbalize-os; observar sem julgar ajuda a reduzir o impacto emocional. Erro 2: Catastrofizar A mente ansiosa tende a imaginar o pior cenário em qualquer situação, mesmo sem evidência. Este padrão de pensamento, chamado catastrofização, aumenta a perceção de ameaça e o stress psicológico. Dica prática: Questione os pensamentos automáticos: “Qual a probabilidade real de isto acontecer?” ou “Existe outra interpretação possível?” Erro 3: Evitar situações desconfortáveis Evitar aquilo que provoca ansiedade pode proporcionar alívio momentâneo, mas reforça o medo e limita a capacidade de enfrentar desafios. Dica prática: Experimente a exposição gradual, enfrentando pequenas situações desconfortáveis de forma controlada, idealmente com acompanhamento profissional. Erro 4: Tentar controlar tudo A tentativa de controlar todos os aspetos da vida aumenta a frustração e o stress. A ciência diz-nos que a aceitação do que não pode ser controlado diminui sintomas de ansiedade. Dica prática: 1. Liste o que pode controlar e o que não pode: escreva numa folha. 2. Atue sobre o que pode mudar: estabeleça pequenas ações concretas, mesmo que sejam simples. 3. Aceite o que não pode alterar: pratique frases como: “Posso não controlar isto, mas posso escolher como reagir”. 4. Reflita no final do dia: note o que foi possível melhorar e reconheça que há limites fora do seu controlo. Exemplo: Não pode controlar o trânsito ou decisões de outros, mas pode sair mais cedo, planear rotas alternativas ou utilizar uma estratégia de regulação emocional antes de reagir.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Despersonalização e Desrealização: quando a realidade parece distante - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Por vezes, algumas pessoas descrevem a sensação de estarem “fora de si” ou de que “o mundo à volta parece estranho”. Estes fenómenos chamam-se despersonalização e desrealização. São experiências em que pode surgir a impressão de estar a observar a própria vida como um espectador, ou de que o ambiente parece irreal, como se tudo fosse visto através de um vidro ou de um sonho. Podem ocorrer em momentos de ansiedade intensa, stress elevado, fadiga, ou após experiências traumáticas. Em muitos casos são transitórios, mas quando persistem ou causam grande sofrimento podem fazer parte de um quadro clínico chamado Perturbação de Despersonalização/Desrealização. O que a ciência nos diz: • Estas experiências estão relacionadas com alterações temporárias na forma como o cérebro processa emoções e perceção. • Podem surgir como um mecanismo de defesa psicológico, quando o organismo se “desliga” perante situações emocionalmente sobrecarregantes. • A psicologia, em particular abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), tem evidência científica na ajuda ao tratamento. Sentir despersonalização ou desrealização não significa estar a enlouquecer. - são fenómenos reconhecidos pela Psicologia e passíveis de serem compreendidos e tratados. Procurar ajuda psicológica pode ser um passo essencial para lidar com estes sintomas e recuperar qualidade de vida!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Porque é que estou sempre cansado (mesmo depois de dormir)? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Dormir 7 ou 8 horas e, mesmo assim, acordar cansado(a)? Esse é um dos sintomas mais reportados hoje em dia e nem sempre está ligado à qualidade do sono em si. A fadiga persistente pode ter múltiplas causas, e muitas delas estão ligadas a factores psicológicos e emocionais. Segundo a investigação em psicologia da saúde e neurociência, algumas das principais causas incluem: Sobrecarga mental crónica: Mesmo em descanso físico, a mente continua ativa- preocupações, tarefas pendentes, exigências internas. O corpo dorme, mas o cérebro não recupera. Stress prolongado: O stress constante ativa o sistema nervoso simpático, mantendo o organismo em estado de alerta. Com o tempo, isto desgasta a regulação hormonal, levando à sensação de esgotamento. Ansiedade ou depressão mascarada: Ambas podem manifestar-se sob a forma de cansaço, desmotivação e dificuldade de concentração: mesmo sem sintomas emocionais óbvios. Falta de recuperação emocional: Não basta dormir. É preciso ter momentos de prazer, descanso psicológico e conexão humana. Sem isso, o descanso nunca é “completo”. Desalinhamento entre vida pessoal e valores: Viver em modo automático, sem propósito claro ou sentido nas actividades diárias, contribui para uma fadiga existencial silenciosa. Este cansaço tem causa: e, muitas vezes, tem solução. O acompanhamento psicológico pode ajudar a identificar e tratar a origem deste esgotamento invisível! Agenda hoje a tua consulta Online ou em Lisboa.</image:caption>
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      <image:title>Blog - “Só mais uma aposta…” ou o início de um ciclo difícil de parar?" - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O jogo pode começar de forma inocente: uma distração, um momento social, uma descarga de adrenalina. Mas, para algumas pessoas, rapidamente se transforma num padrão difícil de controlar. Alguns sinais de alerta: Passar mais tempo ou gastar mais dinheiro do que o previsto Apostar para tentar recuperar perdas (Pensamentos obsessivos: “preciso de recuperar o que perdi”) Usar o jogo para fugir de emoções desconfortáveis Esconder ou mentir sobre o tempo e dinheiro gasto Ficar ansioso, irritado ou desconfortável quando não joga O jogo patológico não tem a ver com “falta de força de vontade”. É um comportamento compulsivo que, muitas vezes, mascara dor emocional, baixa autoestima ou uma tentativa de preencher um vazio. Com acompanhamento psicológico é possível retomar o controlo, lidar com os gatilhos e encontrar formas mais saudáveis de gerir emoções e dificuldades. Se se vê neste padrão, não espere mais. Envie-nos mensagem! Partilhe com pessoas que possam estar a passar pelo mesmo: a ajuda faz toda a diferença.</image:caption>
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      <image:title>Blog - "Porque é que me sinto sempre ‘menos’ do que os outros?" - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>É um sentimento discreto, mas constante. Está rodeado(a) de pessoas… mas sente que todas são mais: interessantes confiantes inteligentes bonitas válidas E pergunta-se: "O que é que há de errado comigo?" Não há nada de errado consigo. Mas é possível que tenha aprendido a medir o seu valor com a régua errada. “Só sou suficiente se for perfeito(a).” “Tenho de agradar a toda a gente.” “O meu valor depende do que os outros pensam.” Estas não são verdades absolutas. São crenças antigas, muitas vezes criadas na infância: Críticas constantes Comparações com outros Pressão para ser o(a) melhor Emoções desvalorizadas Feridas emocionais não definem quem é. Mas moldam como se vê. Pequenos passos para começar a mudar isto: Pergunte-se: De onde vem esta ideia de que não sou suficiente? Escreva uma carta à sua “eu” mais novo(a): diga-lhe aquilo que precisava de ouvir. Escolha uma frase para repetir todos os dias ao espelho: "O meu valor não depende da comparação." "Estou a aprender a ver-me com outros olhos." Não é “menos”. Nunca foi. Mas talvez esteja a ver-se com os olhos de quem não o(a) soube valorizar. O seu valor não está no olhar dos outros - está em si.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Como saber se o meu filho está bem emocionalmente? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Nem sempre o bem-estar emocional é visível à primeira vista. Mas há sinais no dia a dia que podem ajudar a perceber como está o mundo interno do seu filho. Mostra emoções (mesmo as difíceis)? Uma criança emocionalmente saudável não está sempre feliz mas sente-se segura para chorar, frustrar-se, mostrar medo ou entusiasmo. Quando há contenção emocional constante, isso pode ser sinal de alerta. Consegue acalmar-se com ajuda? É normal as crianças precisarem de apoio para regular as emoções. Se, com o tempo, aprendem a acalmar-se com a sua presença e contenção, isso mostra desenvolvimento emocional saudável. Relaciona-se com outras crianças e adultos? As relações interpessoais são espelhos emocionais. Uma criança que brinca, partilha, ri e também discute, está a experimentar o mundo social de forma funcional. Tem interesses, curiosidade e energia? A perda de prazer, o isolamento, ou uma mudança repentina no apetite ou sono podem ser sinais emocionais encobertos. Como reage à frustração? Todos os miúdos fazem birras. O que importa é a frequência, a intensidade e a capacidade de recuperação. Se a frustração paralisa ou gera medo constante, merece atenção. Lembre-se: não precisa de um comportamento “perfeito”. O mais importante é perceber se há espaço seguro para sentir, expressar e reparar. Partilhe com alguém que também se preocupa com o bem-estar emocional dos filhos. Caso exista preocupação com o bem-estar emocional da criança, ou surjam dúvidas relacionadas com a parentalidade, poderá enviar mensagem para agendar uma consulta infantil ou uma sessão de aconselhamento parental. Estamos disponíveis para o apoiar neste caminho em Lisboa e Online para todo o mundo!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Reage como adulta, mas sente como criança? Esta é a razão. - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Muitas vezes, as nossas reações no presente não são apenas sobre o que está a acontecer agora - elas têm raízes profundas no que vivemos enquanto crianças. A criança interior carrega emoções, medos e necessidades que, por vezes, não foram acolhidos na altura certa. E é essa parte de si que, mesmo adulta, continua a sentir-se desprotegida, insegura ou rejeitada. Por isso, pode reagir de forma exagerada, sentir ansiedade, tristeza ou raiva intensa, mesmo quando o contexto atual não justifica. Como começar a cuidar dessa criança interior? Reconheça que essa parte de si existe e precisa de ser ouvida. Permita-se sentir essas emoções sem julgamento. Imagine que pode falar consigo mesma quando era pequena: o que lhe diria? Procure apoio terapêutico para ajudar a integrar essas partes e trazer paz ao seu presente. Quando cuida da sua criança interior, aprende a responder com mais calma e sabedoria às situações atuais: e a sentir-se verdadeiramente em paz consigo. Já sentiu esta discrepância entre o que reage e o que sente? Partilhe nos comentários! Guarde este post para quando precisar de se lembrar de cuidar de si. Siga-nos para mais conteúdos sobre autoconhecimento e bem-estar emocional.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Não é fome: é um vazio que a comida tenta preencher - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Nem sempre comemos porque temos fome física. Às vezes comemos porque estamos tristes ou ansiosos ou sozinhos ou exaustos. ⠀ A isto chama-se fome emocional: quando a comida surge como resposta a estados emocionais, e não a uma real necessidade do corpo. ⠀ A psicologia tem vindo a mostrar que a nossa relação com a comida vai muito além do acto de comer. Estudos indicam que a fome emocional está frequentemente associada a: • níveis elevados de stress, ansiedade ou depressão • dificuldade em identificar ou expressar emoções • experiências precoces de vergonha, rejeição ou perda de controlo ⠀ E não, não é falta de força de vontade. Muitas vezes, é uma tentativa inconsciente de acalmar algo que não se sabe bem o que é: um vazio, um aperto, uma emoção que não teve espaço para ser sentida. ⠀ O problema está quando a comida se torna o único refúgio emocional, criando um ciclo de culpa, descontrolo e desconexão do próprio corpo. ⠀ Se se reconhece neste padrão, saiba que não está sozinha(o). A psicologia pode ajudar a: • identificar os gatilhos emocionais da fome • desenvolver formas mais saudáveis de regular emoções • reconstruir a sua relação com o corpo e com a comida ⠀ Comer é humano. Sentir também. E quando começamos a ouvir o que está por trás do apetite, começamos realmente a cuidar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Tenho curiosidade em ir ao psicólogo… - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Esta é uma frase que muitas pessoas já pensaram ou ouviram. Existe ainda a ideia de que a ida ao psicólogo está reservada apenas para momentos de crise ou situações extremas. No entanto, a terapia é muito mais do que isso. É também um espaço de autoconhecimento, reflexão e desenvolvimento pessoal! Ter curiosidade em iniciar um processo terapêutico, mesmo sem uma razão concreta ou um “problema específico”, é um motivo perfeitamente válido. A saúde mental não é uma questão de estar bem ou mal. Há muitos nuances entre esses dois extremos e cuidar da mente deve ser visto como um investimento contínuo - tal como se faz com a saúde física. A terapia pode ser útil para: – Organizar pensamentos – Compreender emoções – Trabalhar questões relacionais – Reforçar a autoestima – Explorar padrões de comportamento – Entre muitos outros objetivos Se existe curiosidade, talvez seja um bom momento para começar. Não é necessário esperar por uma crise para cuidar de si! E por aí, já existiu vontade de iniciar terapia apenas por querer saber mais sobre si?</image:caption>
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      <image:title>Blog - Sente que pensa demasiado e não consegue desligar? (cópia) - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Algumas pessoas dizem que pensam “demais” - é como se a mente nunca parasse. Pensamentos que se atropelam, preocupações constantes, diálogos internos sem fim... Mesmo nos momentos de descanso, o cérebro continua ativo. E, muitas vezes, é sinal de exaustão. Pensar demais pode vir de: – Ansiedade – Medo de errar – Desejo de controlar tudo – Dificuldade em confiar no momento presente – Ou simplesmente de um hábito mental que se enraizou com o tempo Uma mente acelerada cansa o corpo, pode dificultar o sono, afetar o humor, a produtividade e até as relações. A boa notícia? Na terapia, há espaço para reconhecer estes padrões, compreender de onde vêm e encontrar formas de abrandar. Não se trata de “parar de pensar” - mas sim de aprender a pensar com mais clareza e menos ruído.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Luto gestacional também é luto - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Não importa quantas semanas tinham passado. Não importa se já tinham contado a alguém. Não importa se já havia nome ou enxoval.   Quando uma gravidez termina, termina também um plano, um sonho, um futuro imaginado. E o vazio que fica pode ser imenso - mesmo quando o mundo à volta não o reconhece.   O luto gestacional é muitas vezes um luto silencioso, invisível. Frases como “ainda era cedo” ou “vais ter outros” tentam consolar, mas podem invalidar profundamente quem sente. E sentir faz parte. Chorar, revoltar-se, não entender, precisar de tempo - tudo isso é normal.   Se passou por uma perda gestacional, saiba: O seu luto é legítimo. A sua dor merece ser ouvida. Não está sozinha.   Falar sobre isto é um passo para quebrar o silêncio e permitir-se sentir é um passo para cuidar de si.   Se precisar de apoio psicológico neste processo, estamos aqui!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Um abraço no coração de todas as mães) - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Um abraço às mães que riem, choram e aprendem todos os dias. Às que são colo, cansaço, paciência e amor. Um abraço às mães que não puderam ser como imaginaram. Às que esperam, às que tentam, às que ainda sonham. Um abraço às mães que perderam. Que são mães na ausência, na memória, no coração. Um abraço às mães que são irmãs, tias, avós. Que cuidam, educam e amam, mesmo sem terem gerado. Um abraço às mães que estão longe. E às que já partiram, mas continuam vivas dentro de nós. A todas as mães — sob todas as formas — eu vejo‑vos.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Tolerar na relação - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Já parou para pensar por que tolera certas atitudes que o fazem sentir-se em segundo plano? Às vezes, o que aceitamos numa relação não tem tanto a ver com o outro - mas com aquilo que acreditamos merecer. Se crescemos a ouvir que tínhamos de "compreender sempre", "não dar trabalho", ou "não ser demasiado sensíveis", é provável que carreguemos esses padrões para os vínculos afetivos. Aprender a reconhecer os próprios limites e necessidades é essencial. Merece relações onde seja respeitado, ouvido e valorizado - e isso começa com o que decide permitir. Relações saudáveis não se baseiam em sacrifício constante, mas em equilíbrio e reciprocidade!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Pensamentos intrusivos não o definem. Eles são o visitante, não o dono da casa! - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>É normal que, de vez em quando, pensamentos intrusivos surjam, muitas vezes de forma repentina e sem explicação. Estes pensamentos podem ser desconfortáveis, até assustadores, mas eles não definem quem é! Estes pensamentos são apenas visitantes na sua mente — passageiros, temporários. Somos nós quem os observamos. Não deixe que eles assumam o controlo. Nós temos o poder de direcionar o seu foco. A psicologia oferece várias estratégias para lidar com estes pensamentos e para não se deixar consumir por eles. Deixo-vos uma delas: a técnica da “Desfusão Cognitiva” A desfusão cognitiva é uma técnica usada para ajudar a separar o pensamento do sentimento. Em vez de se identificar com o pensamento intrusivo, pode aprender a vê-lo apenas como uma palavra ou imagem passageira. A prática desta técnica permite-lhe observar os seus pensamentos, sem se deixar levar por eles. Exemplo: Se um pensamento intrusivo como “Eu nunca vou ser bom o suficiente” surgir, em vez de se identificar com ele, pode dizer a si mesmo: “Estou a ter o pensamento de que nunca vou ser bom o suficiente.” Esta pequena mudança de perspectiva ajuda a reduzir o impacto emocional que o pensamento tem sobre si. Importante: Reconhecer e dar nome aos pensamentos intrusivos é um passo importante no caminho para o autoconhecimento e equilíbrio emocional. E se, por vezes, for difícil lidar com eles sozinho, peça apoio profissional, estamos aqui para ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - 6 hábitos que vão a aumentar a sua ansiedade - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A ansiedade nem sempre vem do nada – muitas vezes, pequenos hábitos do dia a dia podem estar a intensificá-la sem que perceba. Aqui estão 6 comportamentos comuns que podem estar a aumentar a sua ansiedade: 1. Avaliar constantemente os seus comportamentos e palavras Se está sempre a analisar o que disse, fez ou como foi percecionado pelos outros, isso pode levar a um ciclo de autocrítica e insegurança. O que fazer? Lembre-se de que ninguém repara tanto nos seus "erros" como pensa. Pratique a autocompaixão e aceite que nem tudo precisa de ser perfeito. 2. Comparar-se constantemente com os outros Comparar-se a outras pessoas (especialmente nas redes sociais) pode aumentar a sensação de insuficiência e ansiedade. O que fazer? Em vez de se comparar com os outros, foque-se no seu próprio progresso e estabeleça metas realistas para si. 3. Consumir informação excessiva e negativa Passar demasiado tempo nas redes sociais ou a ver notícias negativas pode sobrecarregar a sua mente e aumentar a sensação de preocupação e medo. O que fazer? Defina horários para consumir informação e escolha conteúdos mais equilibrados. 4. Evitar tomar decisões por medo de errar Adiar constantemente decisões ou duvidar de cada escolha pode manter a sua mente presa num ciclo de ansiedade e insegurança. O que fazer? Lembre-se de que nenhuma decisão é perfeita. Pergunte-se: "Qual seria o pior cenário? Consigo lidar com isso?" 5. Falta de pausas durante o dia Trabalhar ou estudar sem pausas deixa o cérebro em estado de alerta constante, esgotando a sua energia mental. O que fazer? Faça pausas curtas de 5 minutos a cada 60-90 minutos para respirar, alongar-se ou simplesmente mudar de ambiente. 6. Fugir de emoções difíceis Evitar lidar com emoções ou situações desconfortáveis pode fazer com que a ansiedade aumente a longo prazo. O que fazer? Pratique a aceitação emocional e procure estratégias saudáveis para processar sentimentos (como escrever, falar com alguém de confiança ou praticar mindfulness). Se sente que a sua ansiedade está a afetar o seu bem-estar diário, lembre-se de que procurar apoio não é sinal de fraqueza – pelo contrário, é um passo importante para recuperar o equilíbrio!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Terapia Online: Eficaz para a sua Saúde Mental - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A terapia online tem vindo a transformar a forma como cuidamos da nossa saúde mental. E sim, é tão eficaz como a terapia presencial! Porquê escolher terapia online? 1. Flexibilidade de horários – A vida anda a mil e os compromissos não param! Com a terapia online, consegue ajustar as consultas à sua rotina. 2. Conforto de estar em casa – O sofá, o chá quente e a privacidade do seu espaço fazem com que o processo terapêutico seja mais leve e confortável. 3. Profissionais ao alcance de um clique – A terapia online permite-lhe ter acesso a profissionais de qualquer parte do país, sem ter de se preocupar com deslocações. 4. Quebra de barreiras geográficas e sociais – Não importa onde está ou o que sente. A terapia online facilita o acesso ao apoio profissional, eliminando distâncias físicas e sociais que muitas vezes impedem o início da jornada terapêutica. 5. Acessível e prática – Se tem uma agenda cheia ou vive em áreas mais isoladas, a terapia online é a solução que se adapta a si! Para além de poupar tempo e dinheiro em deslocações. Não deixe que a distância ou o tempo sejam obstáculos para o seu bem-estar emocional. A terapia online pode ser o que falta para dar o primeiro passo na sua jornada de autoconhecimento e cura! Lembre-se: pedir ajuda é um sinal de força e a terapia é uma ferramenta poderosa para lidar com os desafios do dia-a-dia! Está pronto/a para começar? Fale connosco!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Ansiedade na Infertilidade e no Processo Pré-Concepção - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O Impacto Psicológico da tentativa de engravidar A jornada para a concepção pode ser emocionalmente desafiadora, sobretudo quando a gravidez não acontece no tempo esperado. Adicionalmente, estudos indicam que a infertilidade pode gerar níveis de ansiedade e stress comparáveis aos de doenças graves. Por que motivo surge a ansiedade neste processo? - Pressão social e pessoal: A expectativa da família e da sociedade pode aumentar o peso emocional. - Ciclo de esperança e frustração: Cada tentativa sem sucesso pode intensificar a ansiedade e o receio do futuro. - Impacto hormonal: O stress crónico pode afetar o equilíbrio hormonal, interferindo na ovulação e na saúde reprodutiva. - Tratamentos médicos e incerteza: Procedimentos como a fertilização in vitro (FIV) implicam longos períodos de espera e um grande investimento emocional e financeiro. Como gerir esta ansiedade? - Apoio psicológico: A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e práticas como o Mindfulness demonstraram ser eficazes na redução da ansiedade associada à infertilidade. -Rede de apoio: Partilhar sentimentos com o/a companheiro/a, amigos ou grupos de apoio pode aliviar o sofrimento emocional. -Autocuidado e técnicas de relaxamento: Exercício físico, meditação e atividades prazerosas são fundamentais para o bem-estar. - Flexibilidade nas expectativas/ Reformular objetivos e aceitar diferentes caminhos: Permitir-se ajustar as expectativas ao longo da jornada pode ajudar a reduzir a ansiedade. Explorar outras possibilidades, como diferentes abordagens médicas, pausas no processo ou novas perspetivas sobre a parentalidade pode trazer mais equilíbrio emocional. Se está a passar por esta fase ou conhece alguém nesta situação, lembre-se: procurar apoio psicológico pode fazer toda a diferença!</image:caption>
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      <image:title>Blog - A sua pior inimiga está dentro da sua cabeça: a autocrítica! - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Já parou para pensar na forma como a sua mente pode ser a sua maior inimiga? A autocrítica, quando excessiva, torna-se uma barreira invisível que nos impede de avançar e alcançar todo o nosso potencial. Muitas vezes, somos muito mais duros connosco mesmos do que com qualquer outra pessoa, e não percebemos que estamos a sabotar o nosso próprio crescimento. A autocrítica excessiva mina a nossa confiança e autoestima, fazendo-nos duvidar das nossas capacidades. O perfeccionismo leva a uma constante insatisfação, onde nunca sentimos que somos bons o suficiente. A comparação constante com os outros alimenta frustração e bloqueia a nossa paz interior. A autocrítica negativa pode impedir-nos de arriscar, de abraçar novas oportunidades e de viver de forma mais leve. A boa notícia é que, ao tomar consciência disso, podemos mudar a nossa relação com a autocrítica e começar a usar a nossa mente como uma aliada. Ao invés de nos sabotar, a autocrítica pode ser uma ferramenta de crescimento e evolução, mas apenas quando usada com equilíbrio! Reflexão: Como tem a sua autocrítica moldado as suas escolhas? Está a deixar que ela bloqueie a sua felicidade e os seus sonhos? É tempo de transformar essa voz interna crítica em um apoio positivo e motivador!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Crescer de dentro para fora: o caminho do desenvolvimento pessoal - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O desenvolvimento pessoal é uma jornada contínua de autoconhecimento e evolução. Crescer de dentro para fora significa começar com a reflexão sobre quem somos, o que sentimos e o que precisamos mudar para viver uma vida mais equilibrada. Autoconhecimento O autoconhecimento é a base de qualquer transformação. Ao compreender as suas emoções, crenças e padrões de comportamento, começa a perceber como reage ao mundo à sua volta. Este processo de reflexão é fundamental para o crescimento pessoal. Quebrar limitações Todos nós carregamos crenças limitantes que podem impedir o nosso progresso. Identificar e superar essas crenças, como a ideia de que não somos bons o suficiente, é essencial para desbloquear o nosso verdadeiro potencial. Estabelecer objetivos realistas O desenvolvimento pessoal também envolve a definição de objetivos claros e alcançáveis. É importante que esses objetivos estejam alinhados com os nossos valores e desejos. Cultivar hábitos saudáveis Cuidar de todas as áreas da nossa vida — saúde mental, emocional e física — é essencial para o nosso bem-estar. A prática de hábitos saudáveis, como a meditação, a atividade física e o autocuidado, contribui para um equilíbrio interno que se reflete nas nossas ações e nas nossas relações. Superar desafios com resiliência O caminho do desenvolvimento pessoal não é linear. Todos enfrentamos desafios, mas a forma como lidamos com eles define o nosso crescimento. A resiliência ajuda-nos a aprender com cada dificuldade e a transformar obstáculos em oportunidades.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Se a Ansiedade fosse um prato… - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Já reparou que, quando a ansiedade aperta, o seu apetite muda? Algumas pessoas não conseguem parar de comer, enquanto outras perdem completamente a fome. Mas sabia que a forma como lidamos com a comida pode dizer muito sobre as nossas emoções? Comida crocante e salgada (batatas fritas, snacks) → necessidade de descarregar tensão. A mastigação intensa pode ser uma forma inconsciente de aliviar o stress. Doces e chocolates → Procura conforto e bem-estar. O açúcar provoca uma libertação rápida de serotonina, dando uma sensação momentânea de prazer. Comida pesada e fast food → Se escolhe alimentos ricos em gordura, pode ser um reflexo de fadiga mental. O seu corpo está a tentar procurar energia rápida para lidar com a sobrecarga emocional. Café e estimulantes → Precisa de estar em alerta constante? Beber café ou consumir alimentos estimulantes em excesso pode indicar que o seu sistema nervoso está em modo de "luta ou fuga". Falta de apetite → A ansiedade pode ativar o seu sistema nervoso simpático, reduzindo a fome. Em estados de grande preocupação, o corpo entra em "modo de sobrevivência", e a digestão fica em segundo plano. O Autoconhecimento é a chave! A próxima vez que sentir um desejo alimentar intenso, para por um momento e pergunte-se: "Estou realmente com fome ou a tentar aliviar uma emoção?" Agora diga-me: Se a sua ansiedade fosse um prato, qual seria?</image:caption>
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      <image:title>Blog - O Ciclo da Ansiedade - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Como funciona o ciclo da ansiedade? Pensamentos Negativos: A ansiedade começa com pensamentos automáticos, muitas vezes distorcidos, como “algo de mal vai acontecer” ou “não vou conseguir lidar com isto”. Estes pensamentos são muitas vezes exagerados e baseados em medos irracionais. Reação Física: O corpo reage a esses pensamentos com sinais de stress, como o aumento da frequência cardíaca, respiração acelerada, tensão muscular e até suores. A resposta fisiológica intensifica a sensação de perigo iminente, alimentando ainda mais a ansiedade. Amplificação dos Pensamentos: Quando a mente começa a “reagir” aos sinais do corpo, começa a criar ainda mais cenários negativos e medos. O medo de não conseguir lidar com a situação futura alimenta ainda mais os pensamentos e a sensação de sobrecarga. Medo e Preocupação: O medo de que as coisas realmente aconteçam como está a imaginar leva a uma maior preocupação, tornando a ansiedade cada vez mais presente e difícil de controlar. Como lidar com o ciclo da ansiedade ? Identifique os pensamentos automáticos: Comece a notar os pensamentos negativos assim que surgirem. Pergunte-se: "Este pensamento é baseado em factos ou é uma suposição ?" Questione a veracidade dos seus pensamentos: Desafie os pensamentos distorcidos. Pergunte: "Quais as evidências a favor e contra este pensamento?" Substitua por alternativas realistas: Troque pensamentos negativos por algo mais equilibrado, como: “Pode ser difícil, mas já superei desafios antes.” Pratique a exposição gradual: Enfrente de forma controlada a situação que causa medo, para reduzir a ansiedade. Idealmente com acompanhamento psicológico. Desenvolva estratégias de regulação emocional: Técnicas como a respiração diafragmática ajudam a reduzir a ativação física da ansiedade. Tome acções pequenas e concretas: Foque-se no que pode controlar agora, em vez de se perder nas preocupações futuras. Não está sozinho! Quebrar o ciclo da ansiedade exige prática. Se precisar de ajuda, envie mensagem privada!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Fui mãe e agora? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A maternidade é uma das experiências mais transformadoras da vida. Mas, após o nascimento do bebé, muitas mulheres se perguntam: "E agora, como me encontro no meio disto tudo?" Perguntas como estas são comuns e fazem parte do processo de adaptação a esta nova fase da vida. A psicologia pode ajudá-la a navegar neste turbilhão de emoções e mudanças.   Sente-se perdida no processo de cuidar do bebé? Está a ser difícil conciliar a nova rotina com as expectativas que tinha para si mesma? Sente-se sobrecarregada ou incapaz de pedir ajuda? Está a lidar com sentimentos de culpa ou insegurança em relação à sua capacidade de ser mãe? Como está a cuidar de si mesma enquanto cuida do seu filho? Sente falta da mulher que era antes da maternidade? Como está o seu relacionamento com o parceiro(a) após o nascimento do bebé? Estas são apenas algumas das muitas questões que podem surgir nesta fase. O importante é lembrar que não há respostas fáceis, mas o apoio psicológico pode ser fundamental para ajudar a processar os sentimentos, encontrar equilíbrio e construir uma nova identidade que se encaixe na mulher, na mãe e na pessoa que se tornou. Lembre-se: Ser mãe é uma jornada única e desafiadora, e pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, mas sim de autocuidado! Se está a passar por esta fase e necessita de apoio, a terapia pode ser um caminho para lidar com todos estes sentimentos e reconectar-se consigo mesma. Vamos a isso?</image:caption>
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      <image:title>Blog - Dizer Não sem Culpa - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Dizer "não" pode ser desconfortável, mas estabelecer limites é essencial para o seu bem-estar. Aqui estão algumas formas de recusar com empatia e firmeza: "Gostaria muito de ajudar, mas não me sinto confortável com isso." "Não vou conseguir desta vez, mas numa situação futura diz-me!" "Preciso pensar sobre isso, posso dar uma resposta mais tarde?" "Agradeço por lembrares-te de mim, mas não vou conseguir." "Neste momento, estou com demasiadas coisas, não consigo assumir mais uma." "Parece uma ótima ideia, mas preciso de priorizar outras coisas agora." "Hoje não consigo, mas espero que corra bem!" Lembre-se: Dizer "não" não significa ser rude – significa respeitar o seu tempo e energia. Quem realmente valoriza a sua presença também respeita os seus limites!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Hábitos e Ansiedade - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A ansiedade nem sempre vem do nada – muitas vezes, pequenos hábitos do dia a dia podem estar a intensificá-la sem que perceba. Aqui estão 6 comportamentos comuns que podem estar a aumentar a sua ansiedade: 1. Avaliar constantemente os seus comportamentos e palavras Se está sempre a analisar o que disse, fez ou como foi percecionado pelos outros, isso pode levar a um ciclo de autocrítica e insegurança. O que fazer? Lembre-se de que ninguém repara tanto nos seus "erros" como pensa. Pratique a autocompaixão e aceite que nem tudo precisa de ser perfeito. 2. Comparar-se constantemente com os outros Comparar-se a outras pessoas (especialmente nas redes sociais) pode aumentar a sensação de insuficiência e ansiedade. O que fazer? Em vez de se comparar com os outros, foque-se no seu próprio progresso e estabeleça metas realistas para si. 3. Consumir informação excessiva e negativa Passar demasiado tempo nas redes sociais ou a ver notícias negativas pode sobrecarregar a sua mente e aumentar a sensação de preocupação e medo. O que fazer? Defina horários para consumir informação e escolha conteúdos mais equilibrados. 4. Evitar tomar decisões por medo de errar Adiar constantemente decisões ou duvidar de cada escolha pode manter a sua mente presa num ciclo de ansiedade e insegurança. O que fazer? Lembre-se de que nenhuma decisão é perfeita. Pergunte-se: "Qual seria o pior cenário? Consigo lidar com isso?" 5. Falta de pausas durante o dia Trabalhar ou estudar sem pausas deixa o cérebro em estado de alerta constante, esgotando a sua energia mental. O que fazer? Faça pausas curtas de 5 minutos a cada 60-90 minutos para respirar, alongar-se ou simplesmente mudar de ambiente. 6. Fugir de emoções difíceis Evitar lidar com emoções ou situações desconfortáveis pode fazer com que a ansiedade aumente a longo prazo. O que fazer? Pratique a aceitação emocional e procure estratégias saudáveis para processar sentimentos (como escrever, falar com alguém de confiança ou praticar mindfulness). Se sente que a sua ansiedade está a afetar o seu bem-estar diário, lembre-se de que procurar apoio não é sinal de fraqueza – pelo contrário, é um passo importante para recuperar o equilíbrio!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Trauma e relações - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>As experiências traumáticas vividas no passado podem exercer uma influência significativa nas relações interpessoais atuais. O trauma psicológico pode moldar a forma como os indivíduos percebem e interagem com os outros, afetando a confiança, a intimidade e a comunicação. Estudos indicam que indivíduos que experienciaram traumas podem desenvolver padrões de vinculação inseguros manifestando comportamentos de evitamento ou dependência nas suas relações. Estas respostas são frequentemente mecanismos de defesa inconscientes, desenvolvidos para proteger o indivíduo de potenciais ameaças emocionais. A compreensão destes padrões é essencial para promover relações mais saudáveis e satisfatórias. Reconhecer o impacto do trauma nas relações é o primeiro passo para a mudança. A terapia pode auxiliar na identificação e modificação destes padrões, promovendo uma maior consciência emocional e relações mais equilibradas. Se sente que o seu passado está a interferir nas suas relações presentes, estamos aqui para o ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Final de relação - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O término de uma relação amorosa é uma experiência emocionalmente desafiante, frequentemente comparada ao processo de luto. Embora a relação termine, os sentimentos pelo ex-parceir@ podem persistir, dificultando a adaptação à nova realidade. Investigadores sugerem que a dor emocional resultante de uma separação ativa áreas cerebrais associadas à dependência e à recompensa, semelhantes às que são ativadas em casos de dependência química. Esta ativação pode explicar a dificuldade em "deixar ir" o ex-parceir@, mesmo quando a relação já não existe. Se sente dificuldade em avançar ou lidar com esta fase, o apoio psicológico pode ser fundamental para ajudá-lo a compreender as suas emoções e a desenvolver estratégias para seguir em frente. Estamos disponíveis para o apoiar neste caminho.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Termino a terapia? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>É comum que ao começarmos a sentir melhorias possa surgir o movimento de querer terminar a terapia. Talvez uma questão amorosa tenha sido resolvida, um novo trabalho tenha trazido mais estabilidade ou a ansiedade constante tenha diminuído. Tudo isto pode dar a sensação de que o caminho já foi percorrido. Mas é importante refletir: este bem-estar vem de algo externo ou de mudanças internas, sustentáveis e duradouras? A terapia não deve terminar quando começamos a melhorar, mas sim quando nos sentimos verdadeiramente preparados para lidar com os altos e baixos da vida, com confiança e autonomia, independentemente do que aconteça à nossa volta. O processo terapêutico não é apenas sobre aliviar os sintomas, mas sobre garantir que temos as ferramentas necessárias para enfrentar futuros desafios! Parar a terapia demasiado cedo pode ser como interromper a construção de uma casa antes de ela estar completamente pronta. Pode parecer funcional agora, mas estará preparada para enfrentar as próximas tempestades? A terapia é um investimento em nós mesmos. Continuar mesmo depois de começarmos a melhorar pode ser o que garante que os resultados sejam sustentáveis a longo prazo. Se está a questionar-se “devo parar?”, talvez este seja um ótimo tema para avaliar isso com o seu psicólogo!</image:caption>
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      <image:title>Blog - 5 coisas que ninguém lhe diz sobre a depressão - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>1. A depressão afeta o corpo, não apenas a mente: A depressão pode causar dores físicas, problemas no sono, alterações no apetite e até enfraquecer o sistema imunológico. Não é “só emocional”. 2. Nem sempre está relacionada a um evento traumático: A depressão pode aparecer sem um motivo claro ou um acontecimento marcante. Muitas vezes, ela é resultado de uma combinação de fatores como padrões de pensamento, sobrecarga emocional acumulada ou dificuldades em lidar com situações do dia-a-dia. Isto pode fazer com que quem vive com ela sinta dificuldade em entender o que está a acontecer. 3. Pensar positivo não é suficiente para superar: A depressão é uma condição clínica, não uma “escolha”. Assim como outras doenças, ela precisa de diagnóstico adequado e muitas vezes, tratamento psicológico e/ou farmacológico. 4. Pode manifestar-se de formas “invisíveis”: Nem toda a depressão é óbvia. Algumas pessoas continuam a socializar e a cumprir as suas tarefas enquanto lidam com um sofrimento intenso por dentro. 5. Não existe uma solução única: Cada caso é único, e o tratamento deverá ser adaptado. Terapia, medicação, mudanças no estilo de vida e suporte social são algumas das abordagens possíveis, e o sucesso vem de um plano adaptado a cada pessoa. A depressão é complexa, mas também é tratável! Procurar ajuda é um passo essencial para entender o que está a acontecer e encontrar um caminho para a recuperação</image:caption>
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      <image:title>Blog - Como a PHDA afeta a gestão do tempo – e o que pode ajudar? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A gestão do tempo é um desafio para muitas pessoas mas pode ser particularmente exigente para quem vive com PHDA. Esta condição está frequentemente associada à disfunção executiva que afeta a capacidade de planear, organizar e executar tarefas. A falta de motivação para completar atividades, mesmo as mais importantes, é um obstáculo comum. Contudo, é possível não só melhorar a organização diária, como também reduzir o stress e aumentar a sensação de realização. De que forma? Programar pausas regulares para manter o equilíbrio Fazer pausas frequentes é essencial para evitar o cansaço mental e manter a concentração ao longo do dia. Curto períodos de descanso entre tarefas ajudam a recarregar as energias e a prevenir o esgotamento. Uma pausa estruturada pode ser tão simples quanto levantar-se, beber água ou fazer alguns alongamentos. Planear o dia com base em prioridades realistas Ao organizar o dia, é importante ser honesto quanto ao tempo disponível e às exigências de cada tarefa. Planeamentos irrealistas podem gerar frustração e contribuir para a sensação de sobrecarga. Uma boa prática é criar uma lista de tarefas essenciais, incluindo ações rotineiras como tomar banho, vestir-se e preparar os itens indispensáveis (como chaves e carteira) antes de sair de casa. Utilizar cronómetros para aumentar o foco Temporizadores e cronómetros podem ser aliados valiosos na gestão do tempo. Dividir as tarefas em blocos curtos (por exemplo, 25 minutos de trabalho seguidos de 5 minutos de pausa) ajuda a manter a concentração e a criar um ritmo de trabalho eficiente. Esta abordagem, conhecida como técnica Pomodoro, é especialmente útil para quem tem dificuldade em começar ou concluir tarefas. Adotar uma rotina diária estruturada Rotinas bem definidas oferecem uma base estável para organizar o dia. Estabelecer horários regulares para acordar, comer e trabalhar ajuda a criar previsibilidade, reduzindo a desorganização. Quanto mais automatizada for a rotina, menos energia mental será gasta a decidir "o que fazer a seguir". Ajustar planos com flexibilidade perante imprevistos Nem tudo corre como planeado, e é fundamental ser flexível. Rever regularmente o planeamento permite adaptar-se a mudanças de prioridade ou situações inesperadas, sem comprometer a produtividade. Esta capacidade de reajustar o foco é essencial para uma gestão eficaz do tempo. Apoiar-se em planners e ferramentas digitais A utilização de agendas físicas ou digitais facilita a organização de tarefas, prazos e compromissos. Anotar atividades permite ter uma visão geral das responsabilidades e organizar o tempo com maior clareza. Ferramentas digitais, como aplicações de gestão de tempo, podem ser ainda mais práticas, oferecendo lembretes automáticos. Criar um ambiente que favoreça a concentração Um espaço organizado, livre de distrações, contribui para manter o foco e facilitar a execução das tarefas. Investir tempo em preparar o ambiente antes de começar a trabalhar pode evitar interrupções desnecessárias</image:caption>
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      <image:title>Blog - Porque não conseguimos parar de pensar? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Já teve a sensação de que a sua mente está a mil, repleta de pensamentos que parecem não dar tréguas? É mais comum do que imaginamos e está relacionado ao funcionamento do nosso cérebro e à forma como lidamos com os desafios do dia-a-dia. O que está por trás da mente acelerada? 1. Hiperatividade do Sistema Nervoso O sistema nervoso está constantemente a processar informações. Quando estamos expostos a um volume elevado de estímulos – como redes sociais, notícias e multitarefas –, o nosso cérebro entra num estado de alerta constante. Isso ativa o sistema de luta ou fuga, o que dificulta o relaxamento mental. 2. O Papel da Amígdala e do Córtex Pré-Frontal Estudos da neurociência mostram que a amígdala, responsável pelas respostas emocionais, pode amplificar preocupações, enquanto o córtex pré-frontal, envolvido no pensamento lógico, tenta resolver os “problemas” criados pelos pensamentos repetitivos. Este ciclo aumenta a ruminação. 3. O Efeito da Dopamina A procura incessante por resolver problemas ou “controlar” situações ativa o sistema de recompensa do cérebro, libertando dopamina. Essa substância reforça o hábito de pensar continuamente, porque o cérebro interpreta isso como algo necessário para nossa sobrevivência. 4. A Ansiedade e a Mente Acelerada A mente acelerada também pode ser um sintoma de perturbações de ansiedade, como a ansiedade generalizada. Estudos apontam que pessoas ansiosas têm maior atividade cerebral em regiões associadas à antecipação e ao planeamento, dificultando a sensação de “desligar”.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Está a regular ou a reprimir as suas emoções? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Já parou para pensar se está a regular as suas emoções ou a reprimi-las? Compreender esta diferença é essencial para a sua saúde emocional! O que é a regulação emocional? É o processo de reconhecer e aceitar as emoções, aprendendo a lidar com elas de forma saudável e construtiva. Pense nisto como um “termómetro emocional” que ajuda a manter o equilíbrio interno. Exemplos: - Fazer uma pausa e respirar fundo quando se sente ansioso(a). - Identificar e expressar o que está a sentir. - Pedir apoio quando necessário. E o que significa reprimir emoções? Reprimir emoções implica ignorá-las ou escondê-las, fingindo que elas não existem. Mas isto não as elimina – apenas as adia, podendo resultar em stress acumulado ou explosões emocionais. Exemplos: - Fingir que está bem quando na verdade se sente abalado(a). - Evitar falar sobre sentimentos por receio de parecer vulnerável. - Transformar emoções como tristeza em raiva ou frustração. Regular as emoções não significa controlá-las a todo custo, mas sim aprender a compreendê-las e usá-las a seu favor para viver de forma mais equilibrada e autêntica!</image:caption>
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      <image:title>Blog - 5 hábitos que ajudam a reduzir sintomas de ansiedade (e que  pode começar hoje!) - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A ansiedade pode afetar nosso dia-a-dia, mas pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença! Estes 5 hábitos podem ajudar a controlar a ansiedade de forma simples e eficaz: Pratique Mindfulness (Atenção Plena): Reserve 3-5 minutos para focar-se na sua respiração. Sinta cada inspiração e expiração, e permita-se estar completamente presente. Isto ajuda a acalmar a mente e a reduzir a ansiedade. Desafie os seus pensamentos automáticos: Quando estiver a pensar: "Eu não vou conseguir", pergunte-se: "Qual é a evidência disto?" ou "Há outra forma de ver esta situação?" Reestruturar estes pensamentos pode reduzir a intensidade do medo e da preocupação. Aceite o desconforto: Em vez de lutar contra a ansiedade, aceite-a. Diga para si mesmo "Estou a sentir ansiedade e está tudo bem" - pode diminuir a intensidade dos sintomas. A aceitação não significa que se está a render, mas sim que está a permitir que a sensação passe sem controlá-lo. Exercite-se regularmente: A prática de atividades físicas, como caminhar ou fazer yoga, ajuda a liberar endorfinas, que melhoram o seu humor e reduz o stress. Comece com 15 minutos por dia e sinta a diferença! Estabeleça pequenos objetivos diários: Em vez de se sobrecarregar com tarefas grandes, defina pequenas metas. Conquistar até as pequenas vitórias traz um alívio imediato e fortalece a sua sensação de controlo. Qual destes hábitos vai tentar primeiro? Comente abaixo!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Como o trauma se manifesta no corpo? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O sistema nervoso é projetado para reagir a ameaças com respostas de luta, fuga ou congelamento. No trauma, estas respostas podem permanecer "presas", levando o corpo a ficar em estado de alerta constante. O trauma interrompe a comunicação entre o cérebro emocional (sistema límbico) e o cérebro racional (córtex pré-frontal). Como resultado, a mente pode não processar totalmente o evento traumático, mas o corpo mantém as memórias "guardadas". Pessoas que passaram por trauma frequentemente experimentam sintomas como taquicardia, sudorese, dores de estômago e tensão muscular quando enfrentam gatilhos. Estes sintomas são respostas automáticas do corpo, mesmo que a mente não esteja ciente da ameaça. O trauma afeta a capacidade de sentir prazer e segurança, pois o corpo permanece "preso" no modo de sobrevivência! O corpo não esquece, mas a cura é possível. Procure um profissional de saúde mental e cuide do seu bem-estar físico e emocional!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Preocupa-se demasiado com o que pensam sobre si? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Já sentiu aquele medo intenso de ser avaliado pelos outros? Talvez evite certas situações sociais ou passe horas a rever o que disse ou fez. Se isso lhe soa familiar, está a lidar com algo mais do que timidez: pode ser ansiedade social. A ansiedade social é uma preocupação constante em ser julgado ou rejeitado. Afeta não só como nos relacionas com os outros, mas também como nos percebemos a nós mesmos. Sinais: Medo ou ansiedade marcante em situações sociais específicas: Interações sociais (como conversas ou encontros). Ser observado (como comer ou beber em público). Situações que envolvem desempenho (como falar em público). Medo de ser avaliado ou julgado negativamente pelos outros: Preocupação com a possibilidade de agir de forma embaraçosa ou humilhante. Medo de mostrar sinais de ansiedade e ser rejeitado. Evitação ou sofrimento intenso nas situações sociais: A pessoa evita situações sociais sempre que possível. Se exposta, enfrenta-as com extremo desconforto e ansiedade. Reação desproporcional: O medo ou ansiedade é maior do que o real perigo ou ameaça na situação social. Impacto no dia a dia: O medo causa prejuízos significativos na vida pessoal, profissional ou social.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Porque está autossabotar-se? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O que é a autossabotagem? São comportamentos ou pensamentos inconscientes que o afastam dos seus objetivos. Por vezes, é o medo de falhar, o perfeccionismo ou até o desconforto com o sucesso. Sinais de autossabotagem: Adia constantemente tarefas importantes. Duvida de si mesmo/a, mesmo quando tem provas do seu valor. Evita sair da sua zona de conforto. Desiste quando as coisas ficam difíceis. Como parar? 1️⃣ Reconheça os seus padrões – escreva o que impede de avançar. 2️⃣ Aceite o erro como parte do caminho. 3️⃣ Dê pequenos passos consistentes, sem esperar a perfeição. 4️⃣ Procure apoio psicológico! A mudança começa com consciência e ação!</image:caption>
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      <image:title>Blog - 2025 está a começar, está pronto para cuidar de si? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>2025 está agora a começar, que tal começar o ano a cuidar e a investir em si? Se tem sentido: - ansiedade ou stress constante - tristeza persistente - dificuldade em lidar com as emoções ou mudanças - sensação de cansaço mental ou desmotivação - dificuldade em lidar com os desafios do seu dia a dia - a necessidade de se conhecer melhor - quer aprender a criar uma relação mais saudável consigo e com os outros A terapia poderá ser o espaço seguro que precisa para crescer, aliviar o peso emocional e criar novas possibilidade. Marcar uma consulta é o primeiro passo para um ano mais leve e com mais equilíbrio!</image:caption>
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      <image:title>Blog - O que 2024 ensinou-me? Perguntas para refletir e encerrar o ano com significado - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O fim de ano é um convite à reflexão. Antes de pensar nas metas do próximo ano reflita primeiro: Qual foi o momento mais marcante de 2024? Que desafios enfrentei e como os superei? Que hábitos ou comportamentos saudáveis adquiri ou melhorei? Que emoções foram mais presentes este ano? Quais foram os momentos mais simples que me trouxeram felicidade? O que aprendi sobre mim mesmo nas relações que mantive e que construí? Pelo o que sou mais grato a olhar para este ano? Qual a versão de mim mesmo que desejo levar para 2025?</image:caption>
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      <image:title>Blog - Ansiedade no Final do Ano (cópia) - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O ano está a terminar e com ele podem surgir preocupações, incertezas e uma sensação de pressão. Este período pode ser desafiador, e a ansiedade muitas vezes aumenta devido a: • Reflexões sobre o que ficou por fazer; • A pressão por “recomeços” no novo ano; • O medo do desconhecido em relação ao futuro. Nem sempre conseguimos realizar tudo o que planeámos – e isso faz parte da vida. Antes de se cobrar, lembre-se: 1️⃣ Aceite o que foi possível: Reconheça os seus esforços. Nem sempre as circunstâncias estão sob o nosso controlo. 2️⃣ Olhe para o seu progresso: Talvez não tenha alcançado a meta final, mas que passos deu nessa direção? Isso também importa! 3️⃣ Reavalie as suas metas: Pergunte-se: “Ainda faz sentido para mim? “ Prioridades podem mudar, e está tudo bem. 4️⃣ Acolha os seus sentimentos: Sentir tristeza ou frustração é normal, mas não deixe esses sentimentos definirem o seu valor. Não lute contra as suas emoções, olhe para elas com curiosidade e gentileza. 5️⃣ Encare 2025 como uma nova oportunidade, mas sem pressa ou cobranças excessivas. Não precisa “ter tudo resolvido” para avançar para o próximo ano. O importante é continuar a tentar, no seu ritmo.</image:caption>
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      <image:title>Blog - As Marcas da Infância - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Por norma, o nosso primeiro contacto com as emoções acontece no seio familiar, e quando o ambiente familiar é tóxico — com conflitos, falta de apoio ou excesso de críticas — pode deixar cicatrizes profundas. Comportamentos como baixa autoestima, dificuldade em confiar nos outros ou até mesmo o medo de falhar podem ser reflexos dessas vivências. Estes padrões, muitas vezes, são levados para a vida adulta e afetam relacionamentos, decisões e a forma como vemos a nós mesmos. Reconhecer estes padrões é o primeiro passo para quebrá-los! O passado pode ter deixado marcas, mas não precisa definir o seu futuro</image:caption>
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      <image:title>Blog - Autocuidado! - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Neste Natal, lembre-se: o presente mais valioso que pode dar a si próprio é o cuidado com a sua saúde mental e emocional. Aqui estão 5 formas simples e práticas de praticar autocuidado nesta época: 1️⃣ Dê pausas para si mesmo: Entre os compromissos, reserve momentos para descansar e recarregar. 2️⃣ Diga “não” sem culpa: Priorize o que realmente importa para si. 3️⃣ Acolha os seus sentimentos: Está tudo bem em não se sentir “festivo” o tempo inteiro. 4️⃣ Conecte-se com o presente: Aprecie pequenos momentos, como um café quente ou um abraço. 5️⃣ Cuide do seu corpo: Hidrate-se, mova-se e durma horas suficientes. O autocuidado não é egoísmo, é amor próprio! Cuide de si e permita-se viver este Natal com mais leveza!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Tensão familiar em épocas festivas - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>As épocas festivas podem ser momentos felizes , mas podem também trazer tensões familiares. O que pode fazer? 1️⃣ Defina as suas prioridades: Pergunte a si mesmo: O que é mais importante para mim nesta época? Faça escolhas alinhadas aos seus valores e necessidades. 2️⃣ Utilize “nãos” gentis: Pode recusar convites ou pedidos com empatia. Experimente dizer: • “Adoraria ajudar, mas já estou sobrecarregada.” • “Não posso, mas agradeço por pensares em mim!” 3️⃣ Estabeleça limites de tempo: Planeie horários para chegar e sair. Exemplo: “Vou ficar até as 20h.” - ajuda a reduzir os desgastes sentidos. 4️⃣ Saiba afastar-se de conflitos: Se a conversa ficar tensa, respire fundo e diga: • “Vamos mudar de assunto.” • “Prefiro não discutir isso agora.” - Este tema é complicado, vamos falar sobre algo mais leve?” 5️⃣Use pausas estratégicas Levante-se para respirar ou apanhar algo: “Vou buscar um pouco de água, já volto.” 6️⃣ Imponha limites firmes Se a conversa persistir, é ok ser direto: “Não quero continuar neste assunto, vamos respeitar?” Aceite que não precisa concordar: Nem todas as discussões precisam de um desfecho. Às vezes, apenas diga: “Entendo a tua opinião, mas penso diferente.” Proteger a sua paz é sempre uma prioridade. Não tenha receio de se afastar se necessário!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Os lugares vazios à mesa no Natal - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O Natal é um momento que carrega significados : união, celebração e reflexão. Mas para muitos, ele também traz à tona os lugares vazios à mesa, lembrando-nos das ausências — seja pela partida de entes queridos, pela distância ou pela desconexão emocional.   Reconheça a ausência: não ignore o espaço vazio. Falar sobre quem partiu ou está longe pode trazer conforto - partilhe histórias, fotos ou receitas associadas a quem não está. Crie homenagens simbólicas: acenda uma vela, reserve um momento de silêncio ou inclua um gesto que relembre essa pessoa nesse momento. Pratique a compaixão consigo mesmo: permita-se sentir tristeza e saudade sem julgamentos. Estes sentimentos são uma parte natural do processo humano. Os lugares vazios convidam-nos a olhar para o passado com carinho e para o presente com acolhimento. São lembretes de que, embora a vida mude, o amor não deixa de existir; ele apenas se manifesta de novas formas.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Crise de ansiedade ou ataque de pânico? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Início: Numa crise de ansiedade o início é gradual e relacionado a pensamentos de preocupação e/ou medos. Por sua vez, o ataque de pânico tem um início súbito e intenso, com um pico rápido. Duração: A duração de uma crise de ansiedade pode ser de horas, dias ou até semanas. Enquanto que a de um ataque de pânico é relativamente curta (por norma não ultrapassa os 20 minutos) Causa: A causa das crises de ansiedade é geralmente associada a preocupações sobre eventos futuros. Por sua vez, o ataque de pânico muitas vezes não tem um gatilho claro, mas pode ser causado por eventos traumáticos ou stress intenso. Sensação: A sensação de uma crise de ansiedade pode ser constante, com uma sensação de angústia e nervosismo. Por sua vez, no ataque de pânico a sensação é avassaladora, é uma sensação de perigo iminente mesmo sem uma ameaça real. Não precisa enfrentar isto sozinho, um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Porque será que é tão difícil aceitar elogios? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Baixa autoestima: Pessoas com autoestima baixa podem achar difícil acreditar que merecem elogios e poderão sentir que não estão à altura das expectativas que os elogios sugerem. Autocrítica: Muitas pessoas têm uma voz interna crítica que minimiza as suas próprias conquistas. Quando recebem um elogio, essa voz pode imediatamente desacreditar o que foi dito. Síndrome do Impostor - Sensação constante de não ser bom o suficiente mesmo quando o sucesso e as conquistas demonstram o contrário. Medo da expectativa: Aceitar um elogio pode criar a pressão de ter que corresponder a essa expectativa no futuro, o que pode ser assustador. Experiências passadas: Se recebeu elogios em contextos negativos ou manipulativos no passado, isso pode gerar desconfiança em relação a elogios futuros.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Fiz terapia e fiquei pior! - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Se já se sentiu assim, saiba que poderá fazer parte do processo. Mas como? 1. Enfrentar questões profundas A terapia incentiva-o a olhar para dentro, e isso pode significar revisitar traumas, dores antigas e questões que evitou até agora. Este processo de autoconhecimento pode ser desconfortável e até doloroso. 2. Consciencialização emocional Ao aumentar a sua capacidade de perceber emoções reprimidas, pode sentir uma sobrecarga emocional, mas isso não significa que está a piorar, mas que está a aprender a sentir e lidar com essas emoções de forma mais saudável. 3. Mudança é desconfortável Mudar padrões de pensamento e comportamento leva tempo e, muitas vezes, causa desconforto. O que antes era automático começa a ser questionado, e isso pode criar ansiedade, dúvida e até sensação de perda. 4. Expectativas irrealistas Se começou a terapia à espera de uma solução rápida, pode se sentir frustrado quando percebe que a mudança é gradual. A terapia exige paciência e compromisso, e o progresso nem sempre é imediatamente visível. 5.Abordagem psicoterapêutica e relação terapêutica Nem todas as abordagens terapêuticas funcionam da mesma forma para todos. Às vezes a abordagem psicoterapêutica poderá não estar totalmente alinhada com suas necessidades ou expectativas. Além disso, a relação terapêutica é fundamental para o sucesso do processo. Se sente que não há confiança, conexão ou segurança é natural que o progresso seja mais difícil.   Como lidar com essa sensação? Converse com o seu psicólogo: Explique como se está a sentir e, juntos, podem avaliar e encontrar o melhor caminho. O psicólogo deverá acolher este seu sentir! Entenda que o processo pode ser desafiador e dê a si mesmo o tempo necessário para evoluir!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Estas foram as situações em que a terapia fez efeito e nem reparou - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Começou a dizer “não” sem culpa Conseguiu identificar os seus gatilhos e pensamentos disfuncionais Parou de se culpar por coisas que não controla Quando respeita os limites do seu corpo e mente Sentiu-se mais confortável em falar sobre as suas emoções. Aos poucos, notou que reagiu com mais calma em situações anteriormente muito stressantes</image:caption>
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      <image:title>Blog - Liberte-se da Procrastinação! - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>As principais características da procrastinação são: Evitamento de tarefas difíceis, complexas ou que causam desconforto, preferindo atividades mais fáceis e agradáveis Sentimentos de culpa e ansiedade quando se aproxima o prazo final da tarefa Ciclo repetitivo: o adiamento de tarefas faz com que a pessoa se sinta mais sobrecarregada O que pode fazer? Crie uma lista de tarefas e coloque as mais importantes para terminar primeiro Utilize a técnica Pomodoro Estabeleça prazos realistas Deixe as distrações noutra divisão e/ou longe de si Crie um sistema de recompensas para atividades concluídas Reflita sobre o motivo pelo qual está a procrastinar. É medo do possível fracasso? Baixa motivação? Dificuldade em gerir o tempo? Embora a procrastinação ocasional seja comum e não necessariamente problemática, quando se torna muito frequente pode impactar negativamente a produtividade, o desempenho académico ou profissional e a saúde mental!</image:caption>
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      <image:title>Blog - E aquelas vezes em que achou que era um AVC ou ataque cardíaco e era um ataque de pânico? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A sensação é muito real, o medo é avassalador e o corpo reage como se estivesse em verdadeiro perigo! Tudo parece indicar uma emergência médica mas a verdade é que muitas vezes o que está por trás desses sintomas é a sua ansiedade a manifestar-se de forma muito intensa! O ataque de pânico é definido como um surto súbito de medo intenso ou desconforto intenso que atinge seu pico em poucos minutos, durante o qual ocorrem quatro (ou mais) dos seguintes sintomas: Palpitações ou aceleração da frequência cardíaca. Sudorese. Tremores. Sensações de falta de ar ou sufocamento. Sensação de asfixiar. Dor ou desconforto no peito Náusea ou desconforto abdominal. Tontura, instabilidade, vertigem ou sensação de desmaio. Calafrios ou ondas de calor. Parestesias (sensações de dormência ou formigamento). Desrealização (sensação de irrealidade) ou despersonalização (sensação de distanciamento de si mesmo). Medo de perder o controlo ou “enlouquecer”. Medo de morrer. Estes sintomas são tipicamente acompanhados por uma sensação avassaladora de perigo iminente ou um desejo de escapar da situação em que o ataque ocorre. Reconhecer o ataque de pânico é um dos primeiros passos para o seu controlo. Não substime os sinais mas não deixe que o medo tome conta de si! Um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Medo de andar de avião - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O medo de andar de avião, conhecido como aerofobia ou aviofobia, é uma fobia bastante comum e afeta muitas pessoas. Não há estatísticas precisas sobre o número exato de pessoas que sofrem desta fobia específica em todo o mundo, contudo estima-se que até 40% da população adulta tenha medo de voar. Este medo pode ser influenciado por vários fatores, como experiências traumáticas anteriores, medo de alturas, sensação de falta de controlo ou até mesmo ansiedade generalizada. Algumas dicas que podem ajudar a lidar com este medo são: 1. Informação é poder: Muitas vezes, o medo vem do desconhecido. Aprender sobre o funcionamento dos aviões, as medidas de segurança rigorosas e a raridade de acidentes pode ajudar a reduzir a ansiedade. 2. Técnicas de relaxamento: Praticar respiração profunda, meditação ou outras técnicas de relaxamento pode ajudar a gerir a ansiedade antes e durante o voo. 3. Procure ajuda de um profissional de saúde mental: A terapia cognitivo-comportamental (TCC) demonstra uma intervenção muito eficaz nestas fobias. Um psicológo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Dependência Emocional - 8 sinais - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>- A sua felicidade depende da sua relação com o outro; - Quando está sem o outro sente-se sozinho(a); - Sente-se inseguro quando o outro faz outras coisas sem si e acaba por controlar os seus passos; - Prefere sacrificar-se/anular-se para manter o outro feliz; - Esquece-se dos seus objetivos e metas individuais para focar-se apenas nas metas e objetivos da relação; - Não toma as suas decisões sem a aprovação do outro (a validação do outro sobre a sua vida é mais importante do que a sua própria); - Sente que a vida sem o outro seria mais infeliz mesmo sendo uma relação tóxica; - Sente necessidade de contacto instantâneo com o outro e quando isso não acontece começa a manifestar ansiedade e pensamentos (ex. de que o outro não se preocupa ou que está com outra pessoa). Um Psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Burnout - Sinais - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Burnout -  sinais a que devo estar atento: Sentir-se sobrecarregado, esgotado físico e emocionalmente Baixa produtividade no trabalho Explosões emocionais Procrastinação Mau ambiente social entre colegas e chefia Procrastinar com frequência Alteração dos padrões de sono Dores de cabeça frequentes Perder a motivação</image:caption>
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      <image:title>Blog - Posso ir ao psicólogo 1 vez por mês? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Caso não esteja numa fase final do acompanhamento/follow-up, ir ao psicólogo apenas uma vez por mês é insuficiente para alcançar um progresso significativo no processo terapêutico. A periodicidade das sessões de terapia é um aspecto fundamental do processo psicoterapêutico e diversos estudos científicos têm explorado como a frequência das sessões impacta a eficácia da intervenção. Quando o processo se inicia numa periodicidade mensal, muitos fatores estão a ser comprometidos para o sucesso terapêutico (por exemplo, dificuldade no estabelecimento de uma relação terapêutica, muitos eventos e situações entre consultas e pouco espaço para as trabalhar devidamente, entre outros). Desta forma, apesar de o investimento (financeiro e de tempo) ser menor, as pessoas acabam por ou ter melhorias apenas muito ligeiras ou, muitas vezes, por não sentir qualquer progresso. A literatura científica refere que as sessões semanais são mais indicadas no início da terapia para garantir um progresso consistente. A periodicidade do acompanhamento é uma questão que deve ser sempre negociada no início de qualquer acompanhamento psicológico, sendo também reavaliada e ajustada no decorrer da evolução do processo. Nas nossas consultas na primeira sessão definimos em conjunto se a periodicidade das sessões será semanal ou quinzenal.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Comer as Emoções - Compulsão Alimentar - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Já se sentiu fora de controlo ao comer, como se não conseguisse parar? As compulsões alimentares são mais comuns do que imaginamos e podem afetar profundamente a nossa saúde física e emocional! Este comportamento é caracterizado pelo consumo de grandes quantidades de comida em um curto período de tempo, geralmente acompanhado por uma sensação de perda de controlo sobre a alimentação. A compulsão alimentar pode levar a um ciclo vicioso de comer para lidar com emoções negativas e, em seguida, sentir-se pior após os momentos de compulsão (sentimentos de culpa, vergonha e angústia) Muitas vezes, devido à vergonha e culpa, as pessoas que sofrem de compulsão alimentar comem sozinhas ou em segredo. Reconheça os Sinais Pare e pergunte-se: "Estou realmente com fome ou estou a tentar preencher um vazio emocional?" Identifique os Gatilhos Quais são as situações ou emoções que o levam a comer? Ansiedade, solidão, tédio? Reconhecer estes gatilhos é o primeiro passo. Pergunte-se: "O que estou a sentir agora?" Encontre Alternativas saudáveis  Em vez de recorrer à comida, experimente outras atividades que possam aliviar estas emoções, como por exemplo: caminhar, ouvir música, meditar ou fazer uma atividade prazerosa. Procure o acompanhamento de profissionais de saúde: Estas situações poderão requerer um acompanhamento multidisciplinar, nomeadamente um acompanhamento nutricional e psicológico simultâneo de forma a entender melhor as suas emoções e desenvolver estratégias para lidar com estas situações sem recorrer à comida, promovendo a saúde e o bem-estar geral</image:caption>
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      <image:title>Blog - Saúde Mental e Gravidez - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A gravidez é uma jornada incrível, cheia de mudanças e emoções. Cuidar do seu estado psicológico é tão importante quanto cuidar do seu estado físico! Porque devo estar atenta à minha Saúde Mental na Gravidez?   Equilíbrio Emocional: As flutuações hormonais durante a gravidez podem afetar o humor e o bem-estar emocional. Manter a saúde mental em dia ajuda a enfrentar essas mudanças com mais tranquilidade. Preparação para a Maternidade: Sentimentos de ansiedade, medo e incerteza são comuns. Um estado mental saudável facilita a adaptação às novas responsabilidades e desafios que a maternidade traz. Saúde do Bebé: Estudos mostram que o bem-estar mental da mãe impacta diretamente o desenvolvimento do bebé. Estar emocionalmente equilibrada contribui para uma gestação mais saudável e um ambiente positivo para o bebé.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Mitos e Verdades - Terapia - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Mito 1: Terapia é apenas para pessoas com problemas graves Verdade: A terapia é para todos! Não é necessário estar em crise para se beneficiar de terapia. As pessoas procuram terapia por várias razões, incluindo crescimento pessoal, desenvolvimento emocional, melhorar a forma como lidam com os seus relacionamentos e gestão do stress diário.   Mito 2: Devo ser forte o suficiente para resolver os meus problemas sozinh@ Verdade: Procurar ajuda é um sinal de força, não de fraqueza. Reconhecer quando precisamos de apoio e agir para obtê-lo demonstra coragem e autoconhecimento.   Mito 3: A terapia é um desperdício de dinheiro e tempo   Verdade: A terapia é um investimento na sua saúde mental e bem-estar. Ela pode proporcionar ferramentas valiosas para lidar com os seus desafios diários, melhorar a qualidade de vida e prevenir problemas futuros, muitas vezes economizando tempo e dinheiro a longo-prazo.   Mito 4: A Terapia é apenas conversa   Verdade: A terapia vai além da simples conversa. Envolve técnicas e intervenções específicas e estruturadas baseadas em evidências científicas para ajudar na compreensão e resolução de questões emocionais e psicológicas.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Porque é que os 30 Anos parecem ser tão significativos? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Porque é que os 30 Anos parecem ser tão significativos? Expectativas Sociais: Há uma crença generalizada de que, ao atingir os 30 anos, deveríamos ter alcançado um certo nível de estabilidade financeira, um relacionamento sólido, e possivelmente até começado uma família. Essas expectativas podem ser reforçadas por familiares, amigos e pela sociedade em geral. Comparação com os Outros: Em uma era dominada pelas redes sociais, é fácil cair na armadilha de se comparar com os outros. Vemos amigos e conhecidos a partilhar as suas conquistas, o que pode aumentar a sensação de que estamos "atrasados" ou a "falhar". Pressão Interna: Além das pressões externas, muitos de nós estabelecemos metas pessoais que esperamos alcançar até os 30 anos. Quando essas metas não são atingidas, podemos sentir uma profunda decepção e frustração. Como Lidar com a Pressão dos 30 Anos? Redefina o “Sucesso”: O sucesso é subjetivo e pessoal. Em vez de seguir as definições tradicionais, crie sua própria definição de sucesso baseada nos seus valores e paixões. Pare de se Comparar: Lembre-se de que todos têm seu próprio caminho e ritmo. Comparar-se com os outros pode minar a sua autoestima e aumentar a sua ansiedade. Celebre suas Conquistas: Tome tempo para reconhecer e celebrar suas realizações, grandes ou pequenas. Cada passo à frente é uma vitória. Estabeleça Metas Realistas: Em vez de metas rígidas e inatingíveis, estabeleça metas realistas e alcançáveis. Flexibilidade e adaptação são chave para o crescimento! Procure Apoio: Falar sobre as suas preocupações com amigos, familiares pode proporcionar alívio e perspectiva. O apoio emocional é vital para navegar por estes desafios. Se sentir que mesmo assim não está a conseguir lidar com estes desafios, um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Processo de luto - Compreender e acolher a dor - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Processo de Luto: Compreender e Acolher a Dor: O luto é uma resposta natural à perda, uma jornada emocional que todos enfrentamos em algum momento da nossa vida. Compreender o processo de luto pode ajudar a enfrentar e acolher a dor de maneira saudável! Mas o que é o Luto? O luto é uma reação emocional à perda de alguém ou algo significativo. Pode ser desencadeado pela morte de um ente querido, o fim de um relacionamento, a perda de um emprego, ou até mesmo uma mudança significativa na vida. Como Lidar com o Luto? Permita-se Sentir: Reconheça suas emoções e permita-se sentir a dor. Reprimir sentimentos pode prolongar o processo de luto e torná-lo ainda mais doloroso. Procure apoio emocional: Fale com os seus amigos e familiares. Compartilhar as suas emoções, memórias e histórias pode proporcionar conforto e compreensão. Cuide de si mesm@: Mantenha uma rotina de autocuidado, como uma alimentação saudável, exercícios físicos e descanso adequado, é essencial. Comemore a Memória: Encontre maneiras de honrar e lembrar da pessoa ou situação perdida. Isso pode incluir criar rituais, escrever cartas ou fazer álbuns de fotos Aceite que não existe um tempo certo: Não existe um tempo certo e exacto para o processo de luto visto que para alguns pode durar semanas ou meses e para outros anos. Considere fazer terapia: Profissionais de saúde mental proporcionam-lhe apoio especializado para lidar com sentimentos intensos e ajudar a encontrar estratégias de lidar com o sofrimento.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Só me interesso por pessoas tóxicas - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>O interesse por pessoas tóxicas é um fenómeno complexo que pode ser explicado por uma combinação de fatores psicológicos, emocionais e sociais. Algumas das razões pelas quais as pessoas poderão se sentir atraídas por “indivíduos tóxicos”: Padrões de Relacionamento Preexistentes Histórico Familiar e Normalização do Comportamento Tóxico: Pessoas que cresceram em ambientes familiares disfuncionais podem ter uma compreensão distorcida do que constitui um relacionamento saudável, levando-as a repetir padrões tóxicos na vida adulta. Se comportamentos tóxicos foram normalizados em relacionamentos anteriores, a pessoa pode não reconhecer sinais de alerta em novos relacionamentos. Baixa Autoestima: Pessoas com baixa autoestima podem acreditar que não merecem ser tratadas com respeito e carinho, aceitando relacionamentos tóxicos. Dinâmicas de Poder e Controlo Relacionamentos tóxicos frequentemente envolvem ciclos de comportamento abusivo seguidos de períodos de arrependimento e afeto, o que pode prender a pessoa num padrão de esperança e desilusão. Esperança de Mudança “Síndrome de Salvador”: Algumas pessoas acreditam que podem "salvar" ou mudar o parceiro tóxico, o que as mantém investidas no relacionamento, apesar dos sinais negativos. Pessoas tóxicas podem prometer mudanças e demonstrar arrependimento temporário, dando esperança de que as coisas vão melhorar. Necessidade de Pertença e Medo da Solidão: O medo de ficar só pode levar as pessoas a se agarrarem a relacionamentos tóxicos, acreditando que é melhor do que estarem sozinhas. Paralelamente, a necessidade humana de pertencer e ser aceite pode levar à tolerância de comportamentos tóxicos na procura de conexão</image:caption>
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      <image:title>Blog - Dispareunia - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Dispareunia é o termo utilizado para descrever a dor durante a relação sexual. Esta dor pode ocorrer antes, durante ou após a relação. A dispareunia pode afetar tanto homens quanto mulheres, mas é mais commumente relatada por mulheres. O tratamento da Dispareunia, por norma, requer intervenção multidisciplinar não só na componente da saúde física mas também da saúde psicológica uma vez que poderão ser diversas as questões psicológicas relacionadas e a influenciar os seus sintomas. Um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Doença Autoimune - Impacto na Saúde Mental - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Viver com uma doença autoimune pode ser desafiador tanto para o corpo quanto para a mente. Entender esta conexão é essencial para uma vida equilibrada e saudável! O que é uma Doença Autoimune? De forma resumida as doenças autoimunes ocorrem quando o sistema imunológico ataca erroneamente as próprias células do corpo. Alguns exemplos são o lúpus, a artrite reumatoide, a esclerose múltipla e doença de Crohn. Impacto na Saúde Mental: Ansiedade e Depressão: Lidar com uma condição crónica pode levar ao desenvolvimento de sintomatologia ansiosa e e depressiva devido ao sentimento de impotência e às incertezas sobre o curso da doença, sintomas imprevisíveis, dificuldade de diagnóstico e gestão do seu impacto na vida diária. Fadiga: A fadiga crónica, comum em muitas doenças autoimunes, pode ser debilitante, afetando a capacidade de realizar tarefas diárias e comprometendo a qualidade de vida. Isolamento Social: As limitações impostas pela doença e a sensação de pouca compreensão por parte das pessoas podem levar ao isolamento e à solidão. Gestão dos momentos médicos: Lidar com diversas consultas, análises, exames e medicações pode ser extremamente exaustivo e ter uma carga psicológica muito significativa. Cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da física, com o apoio necessário pode viver uma vida com qualidade mesmo com uma doença autoimune! Um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Como o EMDR pode ajudar-me? - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A Terapia de Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares (EMDR) é uma abordagem psicoterapêutica que foi desenvolvida inicialmente para a Perturbação de Stress Pós-Traumático (PTSD), mas que tem se mostrado eficaz no tratamento de diversas outras situações. Aqui estão algumas formas pelas quais o EMDR pode ajudá-lo: ‌ Processamento de Traumas: O EMDR ajuda a processar memórias traumáticas, reduzindo a carga emocional e permitindo que o indivíduo compreenda e integre a experiência de forma mais saudável. ‌ Redução de Sintomas: Muitos pacientes relatam uma redução significativa nos sintomas de ansiedade, depressão e outras manifestações emocionais após a Terapia EMDR. ‌ Aumento de Autoestima: O EMDR pode ajudá-lo a melhorar a autoestima e a autoeficácia, permitindo que os indivíduos se sintam mais confiantes e no controlo das suas próprias vidas. ‌ Resolução de outras questões do foro psicológico: Além de traumas, o EMDR é também eficaz no tratamento de fobias, ataques de pânico, ansiedade de desempenho, complicações de luto, conflitos internos e entre outros problemas psicológicos. ‌ Estratégias de Enfrentamento: O EMDR pode ajudar a desenvolver estratégias mais saudáveis de enfrentamento e resiliência, facilitando uma melhor resposta a situações desafiadoras no futuro. EDMR DISPONÍVEL ONLINE - Agende já a sua sessão!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Ansiedade Generalizada - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG) é caracterizada por níveis de ansiedade e preocupação excessivos que ocorrem em mais de metade dos dias durante pelo menos 6 meses sobre variados acontecimentos ou situações e que são acompanhados por um conjunto de sintomas somáticos e comportamentais. Por norma, as pessoas que sofrem de ansiedade generalizada têm uma grande intolerância à incerteza e à sensação de ausência de controlo sobre o que se passa no mundo e consigo próprias. Dados apontam para uma probabilidade duas vezes superior de ter PAG no sexo feminino. A preocupação em si mesma não é patológica, mas sim uma forma de previsão de perigos futuros ou de ter controlo sobre eventos aparentemente incontroláveis. Assim, para distinguir uma preocupação adaptativa de uma ansiedade generalizada é necessário avaliar: a sua frequência e intensidade, o grau de interferência com o quotidiano e o grau de controlo. Um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - AVALIE A SUA RELAÇÃO CONSIGO PRÓPRIO - QUESTIONÁRIO - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Avalia as frases seguintes numa escala de 0 a 5 e quando terminar some-as para obter a pontuação total: Acredito que tenho valor e que mereço ser amad@. Acredito que sou especial. Acredito que tenho um propósito na vida. Sou capaz de comunicar as minhas necessidades e vontades Gosto e aceito o meu corpo tal como ele é. Não preciso de estar num relacionamento romântico para me sentir complet@. Acho que é normal cometer erros e não ser a melhor. Os meus sentimentos são tão importantes como o dos outros. Atribuo a mesma importância aos meus sentimentos e aos sentimentos dos outros. Mereço coisas boas na minha vida. Pontuação: 40 a 50 - Continua a amar-te e a crescer como tens feito até agora! 30 a 40 - Continuas a caminhar. Continua a guardar tempo para ti para te lembrares que és especial e importante. 20 a 30 - Há momentos em que te valorizas e outros em que isso é mais difícil. Continua a trabalhar e a acreditar em ti mesm@ 10 a 20 - Tens dificuldade em valoriza-te e sentires-te amado, está na altura de trabalhadores isso. 0 a 10 - Está na altura de construíres um novo alicerce para o desenvolvimento do teu amor-próprio!                                                                                             (Logan, 2021)</image:caption>
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      <image:title>Blog - Depressão - Fatores - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>A depressão é complexa e multifatorial, resulta de uma interação constante entre fatores biológicos (genes, características do cérebro, neurotransmissores) e fatores não biológicos (relações interpessoais, acontecimentos de vida, etc.) - estes fatores contribuem para o aparecimento e manutenção da depressão. A prevalência da depressão em Portugal, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e de estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS), indica que cerca de 7.9% da população portuguesa sofre de depressão a cada ano. Essa taxa coloca Portugal entre os países europeus com maior prevalência de depressão- Um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - As interpretações catastróficas nos ataques de pânico! - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Em estados de ansiedade, as interpretações ou cognições relevantes estão relacionadas à perceção de perigo físico ou psicológico pelo que, os indivíduos que vivenciam ataques de pânico, têm uma tendência relativamente resistente para interpretar uma série de sensações corporais de maneira catastrófica, como um indicador de desastre físico ou mental iminente. O indivíduo face a determinados estímulos, internos (pensamentos, imagens ou sensações corporais) ou externos (situações temidas), percecionados como uma ameaça à sua integridade física ou mental, conflui para um estado de apreensão ansiosa que se caracteriza por sensações corporais típicas. Quando a interpretação destas sensações assume um carácter catastrófico, corrobora-se a ameaça por parte do sujeito, o estado de apreensão inicial e as sensações corporais aumentam, o indivíduo ingressa num registo de funcionamento que ateia de modo continuado o estado de ansiedade culminando num ataque de pânico. ‌</image:caption>
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      <image:title>Blog - As interpretações catastróficas nos ataques de pânico! - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Seja o que for, o modo de contar sua história on-line faz toda a diferença.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Medo vs. Ansiedade - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Todos nós já sentimos medo e ansiedade pelo menos alguma vez na vida, sendo muito comum que algumas pessoas se refiram a eles como se fossem a mesma coisa, talvez até pelo facto de ambos operarem juntos e apresentarem diferenças subtis. O medo pode ser caracterizado como uma resposta automática frente a um perigo real ou potencial. Ele está ligado ao presente e é um modo de alarme que ocorre quando se percebe uma ameaça ou perigo em relação à nossa segurança. A ansiedade é um estado emocional mais prolongado que está sempre voltado para o futuro, é um sentimento de tensão regido pela ideia de "E se?" frente a eventos que talvez nunca aconteçam. Esta última é um sistema de resposta cognitivo, afetivo, fisiológico e comportamental complexo (modo de ameaça) que é ativado quando acontecimentos ou circunstâncias são consideradas altamente aversivas porque são percecionados como imprevisíveis, incontroláveis e potencialmente ameaçadores do interesse vital do indivíduo. Um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Vinculação - como estabelecemos relações com os outros - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>As formas de vinculação determinam a maneira como nos ligamos aos outros - os outros são uma necessidade básica dos seres humanos e a maneira como nos relacionamos determina a nossa saúde mental. Existem vários tipos de vinculação: Seguro - Os pais e/ou as figuras de referência na infância deram sinais positivos e estáveis de amor às crianças e elas crescem com a noção de que o mundo é confiável, podendo estabelecer relações de confiança. Inseguro ambivalente - Os pais e/ou as figuras de referência dão sinais positivos de amor às crianças, mas de forma instável. Estas crescem com a perceção de que o mundo e os outros são imprevisíveis e que o carinho e o conforto não são garantidos e por isso podem sentir-se hipervigilantes. Inseguro evitante - Ocorre nas crianças que foram negligenciadas pelos pais e/ou pelas figuras de referência da infância, tendo tido, na maioria das vezes, as suas necessidades e sinais de desconforto ou de desejo de contacto ignorados ou rejeitados. Elas podem crescer com a perceção de que o mundo é inóspito e de que não se pode confiar nas pessoas, mas antes disso podem acabar por desistir das relações. Desorganizado - Ocorre nas crianças que não foram somente negligenciadas, mas que também podem ter sido violentadas e/ou vítimas de abuso. Estas crianças crescem com um medo excessivo dos seus pais e do meio, interpretando o mundo e os outros como uma fonte de perigo.</image:caption>
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      <image:title>Blog - FOBIAS ESPECÍFICAS - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Perante o estímulo fóbico, são experienciados níveis elevados de ansiedade que podem culminar num ataque de pânico. Os critérios de diagnóstico incluem uma sensação de medo ou ansiedade marcada e desproporcional perante um estímulo fóbico particular (por exemplo viajar de avião, alturas, ani-mais, levar uma injeção, ver sangue), acompanhada de uma resposta comportamental de evitamento ou de confronto, mas com um intenso mal-estar, medo e ansiedade imediatos, que provoca um défice significativo numa ou mais áreas de funcionamento da pessoa há pelo menos seis meses. Salienta-se que a reação emocional é desproporcional quer ao perigo real que o estímulo fóbico coloca quer ao contexto sociocultural. Existem tantas fobias específicas quanto as que a nossa imaginação permite. Contudo, as mais comuns referem-se a medos específicos de alguns animais ou insetos, sangue ou ferimentos, procedimentos médicos ou dentários, urinar ou defecar em casas de banho públicas ou fora de casa, alturas, barulho, trovoada, relâmpagos ou vento, escuridão, voar, conduzir, espaços fechados, atividade sexual ou comer. Esta última pode estar associada ao medo de se engasgar durante a deglutição (medo de engolir) ou a casos de aversão alimentar. Estas situações específicas conduziram à categorização das fobias em diferentes dimensões. O DSM classifica-as em fobias a animais (e.g., «cobras, aranhas, cães, pássaros»), situacionais (e.g., «aviões, espaços fechados»), ambiente natural (e.g., «trovoadas, alturas, água») e sangue-injeção-ferimentos (e.g., «agulhas, sangue, tratamentos médicos»)‡ Às vezes as pessoas conseguem encontrar formas alternativas de lidar com a situação fóbica, evitar o elevador e utilizar escadas, por exemplo; podem arrastar o problema durante vários anos antes do tratamento podendo até desconhecer que existe ajuda especializada. Quando surgem em contexto clínico, o impacto funcional na vida da pessoa é bastante significativo e vivenciado com um intenso mal-estar ou quando se torna imperativo o confronto com a situação fóbica, como por exemplo, a necessidade de tirar sangue ou de fazer um procedimento cirúrgico, viajar de avião por motivos profissionais ou para agradar ao companheiro ou à família. UM PSICÓLOGO PODE AJUDAR !</image:caption>
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      <image:title>Blog - HIPERCRITICISMO - Padrões Excessivos de Realização - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Sente pressão ou dificuldade em relaxar? Adopta posturas críticas e exageradas em relação a si e/ou aos outros?  Poderá ter desenvolvido o esquema Padrões Excessivos de Realização/Hipercriticismo. Ou seja, crença de que se deve fazer um grande esforço para atingir elevados padrões internalizados de comportamento e desempenho, para evitar críticas. Estes padrões apresentam-se como: A) Perfecionismo: atenção exagerada a detalhes ou subestimação de quão bom é o seu desempenho em relação à norma B) Regras rígidas e ideias de como as coisas deveriam ser em muitas áreas da vida, incluindo preceitos morais, éticos, culturais e religiosos elevados, fora do real C) preocupação com tempo e eficiência, necessidade de fazer sempre mais do que se faz. Um psicólogo pode ajudar!</image:caption>
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      <image:title>Blog - Bordeline - O que é? Prevalência e Critérios</image:title>
      <image:caption>Foto de praia com ondas batendo nas rochas.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Bordeline - O que é? Prevalência e Critérios - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Seja o que for, o modo de contar sua história on-line faz toda a diferença.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Bordeline - O que é? Prevalência e Critérios - Conquiste seu espaço</image:title>
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      <image:title>Blog - Bordeline - O que é? Prevalência e Critérios - Conquiste seu espaço</image:title>
      <image:caption>Seja o que for, o modo de contar sua história on-line faz toda a diferença.</image:caption>
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      <image:caption>Seja o que for, o modo de contar sua história on-line faz toda a diferença.</image:caption>
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      <image:title>Blog - Aumenta a tua Autoestima - Conquiste seu espaço</image:title>
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      <image:title>Blog - Dificuldade Sexual ou Disfunção Sexual? - Conquiste seu espaço</image:title>
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      <image:title>Blog - Dificuldade Sexual ou Disfunção Sexual? - Conquiste seu espaço</image:title>
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